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Quênia acusa dois homens, incluindo cidadão chinês, por contrabando de formigas

Tribunal keniano acusa dois homens, incluindo cidadão chinês, de contrabando de formigas vivas; vínculo com redes de traficantes estrangeiros

Samples of garden ants concealed in syringes are presented to court as two Belgian nationals, a Vietnamese and a Kenyan national appeared for the hearing of their case, after they pleaded guilty to illegal possession and trafficking of garden ants, at the Jomo Kenyatta International Airport (JKIA) Law Courts, in Nairobi, Kenya, April 15, 2025. REUTERS/Monicah Mwangi/File Photo
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  • Tribunal no Quênia acusou dois homens de transporte ilegal de vida selvagem; um chinês, Zhang Kequn, 27, foi detido no aeroporto internacional de Jomo Kenyatta com mais de 2 mil formigas vivas na semana passada, e o passaporte dele recebeu ordem de parada.
  • O segundo acusado, Charles Mwangi, é apontado como fornecedor de formigas vivas a traficantes estrangeiros; relação com envio apreendido em Bangkok em 10 de março, que teve origem na cidade portuária de Mombaça, no Quênia.
  • Zhang e Mwangi se declararam não culpados das acusações, incluindo lidar com espécies silvestres sem permissão; ambos ficaram remanescentes sob custódia até novas direções, marcadas para 27 de março.
  • Em um caso anterior, quatro homens foram multados em 7.700 dólares cada por tentar traficar milhares de formigas, consideradas valiosas para o ecossistema do Quênia, mostrando tendência de biopirataria para espécies menos conhecidas.

A court in Kenya abriu a sessão para dois homens suspeitos de contrabando vida selvagem, após a detenção de um cidadão chinês com mais de 2 mil formigas vivas no aeroporto de Jomo Kenyatta, em Nairobi, na semana passada. Zhang Kequn, 27 anos, foi preso na saída do país. A imigração havia colocado um stop order em seu passaporte após uma tentativa anterior de fuga no ano passado.

O Ministério Público apresentou a acusação contra o segundo réu, Charles Mwangi, na segunda-feira, alegando que ele fornecia formigas vivas a traficantes estrangeiros. A investigação liga Mwangi a uma remessa de formigas apreendida em Bangkok no dia 10 de março, com origem no porto de Mombasa, no Quénia.

Ambos negaram as acusações, apresentando defesa por meio de um advogado no ato da leitura das acusações perante a juíza Sênior Irene Gichobi. A justiça determinou a detenção preventiva de Zhang e Mwangi até 27 de março, para novas instruções do caso.

Avanços no caso

As autoridades mantêm o foco no desmantelamento da rede de tráfico de formigas vivas, cuja prática tem atraído atenção por seu impacto ecológico e por migrar de espécies menos conhecidas no contrabando internacional. A investigação segue em andamento.

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