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Belugas em parque temático canadense fechado podem encontrar novo lar nos EUA

Belugas e golfinhos remanescentes de Marineland podem ser transferidos a instituições nos EUA, após aprovação federal, com encaminhamento que evita a eutanásia

Visitors interact with belugas at Marineland of Canada, in 2001. At one point, the facility had nearly 60 belugas, the most of any such facility in the world, and ran a successful breeding operation before Canada enacted a law banning cetaceans in captivity in 2019.
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  • Marineland, em Ontario, encerrou as atividades com cetáceos e ainda abriga 30 belugas, quatro golfinhos, três focas e duas sea lions, cuja sorte permanece incerta.
  • O governo canadense deu aprovação parcial para transferir esses animais para instituições nos Estados Unidos credenciadas pela Association of Zoos and Aquariums, incluindo Shedd Aquarium, Mystic Aquarium, Georgia Aquarium e um SeaWorld ainda não definido.
  • Transfers anteriores, como a de cinco belugas para Mystic Aquarium em 2021, terminaram com a morte de três animais em menos de 18 meses.
  • A possibilidade de eutanásia foi usada como pressão para encontrar destinos para os cetáceos; várias alternativas foram discutidas, incluindo santuários e outras opções no Canadá e no exterior.
  • Entidades regulatórias e especialistas destacam que, se as transferências ocorrerem, precisam de licença da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e de planos de prevenção de reprodução; a cautela com o bem-estar dos animais é enfatizada.

Belugas de Marineland podem ganhar novos lares nos EUA após aprovação do governo canadense. A transferência envolve 30 cetáceos remanescentes, incluindo 19 belugas, 4 golfinhos, 3 focas e 2 leões-marinhos, ligados ao parque fechado na região de Niagara, Ontario.

O Marineland de Canada ficou fechado desde 2024, com o parque não reabrindo em 2025. As autoridades canadenses discutem alternativas para os animais já capturados, após anos de controvérsia sobre bem-estar e manejo.

A opção mais provável é encaminhar os cetáceos para instituições credenciadas pela AZA nos Estados Unidos, como Shedd Aquarium, Mystic Aquarium e Georgia Aquarium, além de um local não especificado.

Antes, o Ministério de Pesca canadense autorizou, em janeiro, transferências condicionais, desde que haja relatório médico veterinário e plano logístico aprovado. Uma transferência anterior, em 2021, terminou com várias mortes.

Dentre os caminhos estudados, esteve a entrega a um santuário em Nova Escócia, a ideia de reintegrá-los ao Ártico canadense ou um santuário na Ilha de Newfoundland. Marineland, porém, solicitou autorização para envio ao exterior.

A posição de organizações de bem-estar é de que a mudança deve priorizar o bem-estar dos animais, evitando novas criações ou uso para entretenimento. A NOAA nos EUA pode exigir planos de prevenção de reprodução.

A Health de animais em cativeiro tem sido debatida globalmente, com críticas sobre qualidade de água, saúde dental e doenças metabólicas entre belugas, orcas e golfinhos. Pesquisadores defendem abrigos com cuidado humano contínuo.

Caso a transferência avance, as instituições norte-americanas deverão cumprir normas de proteção de mamíferos marinhos e manter planos de manejo que priorizem a ciência e as necessidades físicas e sociais dos cetáceos.

Especialistas defendem que santuários marinhos, como o projeto da Costa de Nova-escócia, podem oferecer ambiente natural com cuidado humano, evitando replicar o modelo de aquários de concorrência.

A decisão final envolve exigências de permisso de várias agências, incluindo autoridades americanas, para que a transferência ocorra sem brechas administrativas ou de bem-estar. A AWI aponta preocupações sobre a pressa na decisão.

O caso Marineland reacende o debate sobre o futuro de cetáceos em cativeiro e a necessidade de soluções de longo prazo, com foco em bem-estar, proteção animal e alternativas à manutenção para entretenimento.

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