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Plano do zoológico da Flórida que salvou a visão de rinoceronte selvagem na África

Plano considerado ridículo para tratar infecção ocular de rinoceronte selvagem em Zimbabwe funciona, salvando a visão do animal

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  • Equipe de comportamento animal chegou a Zimbabwe, em África, para tratar um rinoceronte branco ameaçado com infecção ocular parasitária.
  • O tratamento envolveu coibir o animal a um espaço estreito e aplicar gotas nos olhos, após planejar com base em experiências do Palm Beach Zoo & Conservation Society, na Flórida.
  • A ideia foi descrita como “ridícula” pelos envolvidos, mas foi colocada em prática para evitar a perda da visão do rinoceronte, chamado Thuza.
  • Em cerca de duas semanas, técnica e confiança foram transferidas aos guardas e ao responsável pela área, permitindo aplicação regular das medicações.
  • O rinoceronte branco do sul está próximo de ameaçado, com cerca de 16 mil animais na natureza; caça furtiva e perda de habitat continuam como riscos.

O plano para tratar a visão de um rinoceronte selvagem ganhou atenção após funcionar na prática. Um grupo de especialistas em comportamento animal, em parceria com o Palm Beach Zoo & Conservation Society, mobilizou-se para atender um rinoceronte branco ameaçado na África.

A ação ocorreu em agosto, fora do Hwange National Park, em Zimbabwe, com apoio da Community Rhino Conservation Initiative e da Imvelo Safari Lodges. O objetivo era impedir a perda de visão de Thuza, um rinoceronte macho que apresentava infecção ocular parasitária.

A ideia foi desenvolvida por Thad e Angi Lacinak, fundadores da Precision Behavior, com base em experiências do zoológico da Flórida. O método envolveu guiar o animal para um espaço contido, usando comida como incentivo, para aplicarcolírios nos olhos.

Ao longo de cerca de duas semanas, os treinadores ensinaram Thuza a aceitar o toque humano e a presença de água perto do rosto. O treinamento passou a ser compartilhado com as equipes locais, incluindo guardas, que passaram a aplicar os medicamentos diariamente.

Segundo membros envolvidos, a prática reduziu o risco de cegueira do rinoceronte e contribuiu para a continuidade do projeto de reintrodução de rinocerontes brancos no sul da África. A iniciativa envolve mais de 16 mil rinocerontes brancos na natureza, ainda sob ameaça de caça e perda de habitat.

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