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Conselheiros planejam revogar meta de neutralidade de carbono

Reform UK propõe retirar a meta de neutralidade de carbono até 2050 em Lincolnshire, citando custo aos contribuintes; decisão ocorre em reunião de 3 de março

Energy from wind and solar can lead to an overall reduction in carbon emissions
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  • A Câmara de Lincolnshire County Council avalia eliminar a meta de neutralidade de carbono até 2050.
  • A mudança será discutida na reunião executiva em 3 de março; a meta foi instaurada em 2021 pela administração anterior, de linha Conservadora.
  • Danny Brookes, conselheiro executivo de meio ambiente pelo Reform UK, afirma que não há necessidade de perseguir a neutralidade sem uma estratégia de financiamento e é contra parques solares e torres de transmissão na região.
  • O chefe de meio ambiente, Chris Miller, disse que o foco permanece em reduzir as emissões e se adaptar ao clima.
  • A conselheira independente Ashley Baxter critica a proposta, dizendo que seria um retrocesso diante da crise climática.

Councillors em Lincolnplanejam eliminar a meta de neutralidade de carbono até 2050 para a autoridade. A proposta foi apresentada pela administração Reform UK e será analisada em reunião executiva no dia 3 de março. A meta havia sido estabelecida pela gestão anterior, em 2021.

O tema foi discutido pela comissão de fiscalização do meio ambiente do Conselho do Condado de Lincolnshire. O grupo Reform UK afirma que a meta impõe carga financeira aos contribuintes locais, especialmente sem estratégia de financiamento.

Entre os envolvidos, o líder do meio ambiente da autoridade, Chris Miller, afirmou que o esforço continuará para reduzir as emissões, mesmo com mudanças na política. O conselheiro independente Ashley Baxter criticou a proposta como retrocesso.

A proposta visa detalhar alterações à política ambiental da instituição. Segundo a administração Reform UK, não há necessidade de alcançar neutralidade de carbono nesse ritmo sem assegurar recursos para não onerar ainda mais famílias e empresas.

Danny Brookes, conselheiro executivo do meio ambiente pela Reform, sustentou que impactos humanos sobre o carbono não justificam custos tão elevados para 2050. Ele também se posicionou contra planos de usinas solares e linhas de alta tensão em Lincolnshire.

Miller explicou que o foco permanece em adaptar a administração local às mudanças climáticas. Baxter manteve posição contrária, destacando a urgência de enfrentar a crise climática global.

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