- A partir de 11 de agosto de 2027, será proibida no âmbito da Escócia a venda e o fornecimento de lenços umedecidos que contenham plástico, com transição para o resto do Reino Unido conforme consulta de 2023.
- Exceções incluem usos médicos e industriais, bem como vendas de empresa para empresa; pacientes com necessidade médica poderão obtê-los em farmácias.
- A medida integra a Marine Litter Strategy, visando reduzir a poluição marinha e já segue bans de outros itens de uso único.
- A secretária de Climate Action, Gillian Martin, destacou que os lenços com plástico são desnecessários e que existem alternativas mais sustentáveis, reforçando o descarte correto para evitar danos ao ambiente.
- Scottish Water informou cerca de 35 mil entupimentos anuais em redes de esgoto, com custo de aproximadamente £ 10 milhões, ressaltando a campanha Nature Calls e a necessidade de rotulagem clara para evitar descarte indevido.
O governo da Escócia anunciou que começará a proibir a venda e a oferta de lenços umedecidos que contêm plástico a partir do próximo ano. A medida faz parte de ações para reduzir o lixo marinho e evitar a formação de microplásticos no ambiente.
A proibição será aplicada em todas as quatro nações do Reino Unido após consulta pública de 2023, que confirmou amplo apoio às propostas. O plano entra em vigor em 11 de agosto de 2027, com um período de transição para as empresas se adaptarem.
A exceção vale para usos médicos e industriais, além de vendas entre empresas. O público ainda poderá obter lenços com plástico em farmácias para necessidades médicas ou de saúde, mediante solicitação.
Contexto e objetivos
A norma integra a Marine Litter Strategy e já esteve associada a outras medidas contra resíduos de uso único, como cotonetes com cabos plásticos, canudos, talheres e vapes descartáveis. O objetivo é proteger as águas marinhas da Escócia e promover uma economia mais circular.
Impacto operacional e decisões locais
A Scottish Water informou que lida com cerca de 35 mil entupimentos anualmente em redes de esgoto, gerando custos em torno de 10 milhões de libras. A organização atribui parte dos entupimentos ao descarte inadequado de lenços.
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