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Milhões nos EUA enfrentam frio extremo; sul registra neve rara

Bomb cyclone e frio extremo atingem grande parte dos EUA; cerca de 150 milhões sob avisos de frio, iguanas caídas na Flórida e mais de 110 mortes associadas ao tempo frio

A person walks through a snow-covered parking lot in Brentwood, Tennessee, on 24 January 2026.
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  • Aproximadamente 150 milhões de pessoas nos EUA recebem avisos de tempo frio, com impacto que vai do nordeste ao sul.
  • Uma bomba ciclônica trouxe neve e ventos fortes, sendo Charlotte, na Carolina do Norte, atingida com quase 30 centímetros de neve.
  • Iguanas na Flórida ficam imóveis em temperaturas extremas, caindo das árvores; autoridades afirmam que não estão mortas e voltam a se mover com o aquecimento.
  • A Comissão de Conservação da Vida Selvagem da Flórida autorizou moradores a capturar e levar iguanas não nativas a cinco escritórios da FWC, sendo Sunrise o que recebeu mais de mil iguanas.
  • O número de mortes relacionadas ao frio supera as 110; mais de 110 mil pessoas ainda sem energia em Tennessee e Mississippi; Punxsutawney Phil prevê seis semanas adicionais de inverno, enquanto Woodstock Willie sugere dias mais quentes pela frente.

O país segue sob fortes temperaturas invernais, indo do nordeste ao sul, com cerca de 150 milhões de pessoas em avisos de frio ou alerta de temperaturas extremas. O fenômeno inclui uma frente de ar frio associada a um bomb cyclone que amplia o frio e os ventos intensos.

Em vários estados do sul, houve queda de neve e ventos intensos, principalmente na Carolina do Norte, onde Charlotte registrou quase 30 cm de neve. O Serviço Nacional de Meteorologia alertou para reduções de visibilidade e vias escorregadias, com risco de novos refreechos nas próximas horas.

Florida atinge recordes e observa iguanas em queda

Na Flórida, a onda de frio é incomum. Em Miami e Orlando, as temperaturas chegaram a 1,7°C e -4,4°C, respectivamente. Regulamentações locais permitem a captura de iguanas não nativas para remoção voluntária, em meio a centenas de animais encontrados imóveis em áreas públicas.

Os recifes de gelo não são exceção: a temperatura baixa paralisa animais de sangue frio, que ficam imóveis e caem de galhos. Oficiais de vida selvagem informam que as iguanas não estão mortas, recuperando movimentos assim que o tempo sobe.

Desafios de infraestrutura e saúde pública

A queda de temperatura gerou interrupções de energia em Tennessee e Mississippi, afetando quase 80 mil clientes. Em Nova York, 14 pessoas foram confirmadas mortas ao longo de dias de frio extremo, com hipóxia relacionada a hipotermia citada como fator em parte das fatalidades.

Diversas autoridades destacaram o esforço para ampliar abrigos, flexibilizar regras de atendimento e ampliar parcerias com organizações comunitárias para reduzir riscos à população durante as noites mais frias. As informações sobre mortes e serviços variam conforme as fontes oficiais.

Previsões climáticas e humor público

O tempo gelado persiste com previsão de ventos que mantêm o impulso de frio intenso. Em paralelo, o dia do tropeço climático ganhou atenção pelo papel de abrigos e campanhas de assistência social, sem manifestações de opinião pública no formato de conclusão.

Entre o público, a tradição do Dia da Marmota manteve-se como alerta simbólico: Punxsutawney Phil apontou para mais semanas de inverno, gerando misto de reações. Já Woodstock Willie indicou dias mais quentes pela frente, trazendo uma nota de esperança aos observadores.

Fonte: boletins meteorológicos oficiais, veículos de acompanhamento de serviços públicos e coberturas de correspondentes em Nova York, Florida e regiões atingidas.

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