- O Relógio do Juízo Final avançou para 85 segundos antes da meia-noite, indicando alto risco de catástrofe global.
- Cientistas apontam que o movimento reflete aumento de ameaças nucleares, mudanças climáticas e outras crises globais.
- A decisão de ajustar o ponteiro ocorreu após reuniões internacionais e análises das tensões geopolíticas e do uso de armas nucleares.
- O relógio, criado em 1947 pelo Bulletin of the Atomic Scientists, é revisado anualmente para refletir o nível de risco da humanidade.
- A comunidade científica destaca cooperação internacional, controle de armas e combate às mudanças climáticas como medidas-chave para reduzir o risco.
O Relógio do Juízo Final avançou para 85 segundos antes da meia-noite, segundo o Bulletin of the Atomic Scientists. A decisão foi tomada por cientistas atômicos de diferentes países após avaliações das atuais ameaças. O movimento indica um nível máximo de alerta global.
Criado em 1947, o relógio é ajustado anualmente pela comunidade científica para refletir o risco de uma catástrofe. O avanço a 85 segundos ocorreu após reuniões internacionais e análises sobre tensões geopolíticas, uso de armas nucleares e crise climática.
Cientistas destacam que o símbolo busca sinalizar a proximidade de danos catastróficos caso não haja medidas. A mensagem principal é a necessidade de ações concretas para reduzir riscos, como controle de armamentos, cooperação internacional e mitigação das mudanças climáticas.
Impactos e próximos passos
A instituição ressalta que o relógio não determina o destino da humanidade, mas serve como alerta técnico. Especialistas esperam mobilização de governos e organizações para evitar uma nova aproximação do relógio ao zero.
Referências indicam que o relógio foi ajustado após o relatório mais recente, que aponta o aumento de ameaças globais e a urgência de ações coordenadas para evitar crises graves. A comunicação mantém o foco em dados verificáveis e recomendações técnicas.
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