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Centenas protestam por cidadania por nascimento na Suprema Corte

Manifestantes defendem cidadania por nascimento em frente ao Supremo; decisão pode afetar direitos de centenas de milhares de filhos de imigrantes

Demonstrators rally support of birthright citizenship outside the US supreme court in Washington DC on 1 April 2026.
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  • Cerca de 250 manifestantes ocuparam os degraus do Supremo Tribunal Federal em Washington, na quarta-feira, defendendo a cidadania por nascimento, enquanto Donald Trump assistia, pela primeira vez, à sessão do lado de fora.
  • O protesto faz parte de um caso que questiona a ordem executiva de Trump sobre a cidadania por nascimento, baseando-se na 14ª Emenda.
  • A ACLU, com filiais da Massachusetts, Maine e New Hampshire, moveu a ação contra a ordem.
  • Enquanto os componentes no interior do tribunal pareciam céticos em relação à posição do governo, ainda não está claro quantos juízes vão concordar com Trump.
  • A decisão final deve sair neste verão.

A poucos passos da Suprema Corte dos EUA, cerca de 250 manifestantes se reuniram na manhã de quarta-feira em Washington, DC, para defender a cidadania por nascimento. O tema central era o direito à cidadania garantido pela 14ª Emenda, diante de um caso que envolve uma ordem executiva de origem de Donald Trump.

O ato ocorreu em meio a uma presença inédita de Trump no edifício, assistindo à audiência da galeria pública. Organizações ligadas à defesa dos direitos civis exibiram faixas em apoio à cidadania automática para filhos de imigrantes.

Entre os participantes estavam Beija McCarter, professora de história, e Noah Goldstein, morador de Nova York, que acompanharam o julgamento com ceticismo sobre o veredito final. Eles lembraram da dificuldade de regularizar a cidadania para muitos imigrantes.

Carol Rose, diretora executiva da ACLU de Massachusetts, também participou, ressaltando que a discussão hoje trata da Constituição e da Declaração de Direitos, não da imagem pessoal de Trump. A mobilização é liderada por capítulos da ACLU.

O caso envolve a exceção de um decreto presidencial sobre cidadania por nascimento, atingindo um precedente de 158 anos. A decisão final pode afetar centenas de milhares de crianças nascidas nos EUA anualmente. O veredito deve sair neste verão.

Acompanhando o público, a imprensa descreveu o clima como de otimismo entre defensores da cidadania por nascimento. Alguns críticos do governo argumentaram que a decisão pode reconfigurar o entendimento sobre direitos fundamentais.

Caso em julgamento na Suprema Corte

Testemunhos lembraram que a disputa toca diretamente políticas de imigração e proteção de direitos. Entre os participantes, chefs imigrantes destacaram a importância de garantir direitos iguais aos filhos, independentemente da origem.

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