- A China revogou as licenças de advogados que defendem líderes cristãos detidos, incluindo a Igreja Zion, em uma operação contra a igreja no país.
- Os líderes da Igreja Zion foram presos na última semana, sob acusações de subversão do poder estatal e organização de atividades ilegais.
- Advogados que atuaram na defesa dos líderes também tiveram licenças canceladas e enfrentam restrições e perseguição.
- Organizações de direitos humanos afirmam que a medida visa silenciar a Igreja Zion e outros grupos religiosos que contestam o controle estatal sobre a religião; a comunidade internacional condena a ação.
- A Igreja Zion ainda não comentou oficialmente; a operação é vista como parte de uma política de repressão a comunidades religiosas na China.
A China anunciou na sexta-feira (25) a revogação das licenças de advogados que defendem líderes cristãos detidos, incluindo os responsáveis pela Igreja Zion. A operação contra a igreja resultou na prisão de líderes e na repressão a defensores legais.
Segundo fontes oficiais, a medida visa manter a ordem pública e a segurança nacional. Organizações internacionais de direitos humanos veem a ação como tentativa de silenciar a Igreja Zion e outros grupos religiosos que desafiam o controle estatal.
A Igreja Zion, fundada há mais de 20 anos, possui atuação expressiva entre cristãos na China. Os líderes foram detidos na última semana sob acusações de subversão do poder estatal e organização de atividades ilegais.
Advogados que atuaram na defesa dos líderes tiveram as licenças revogadas, e muitos enfrentam restrições legais. Organizações de direitos humanos destacam violações à liberdade religiosa e ao direito de defesa.
A comunidade internacional condenou as medidas e pediu explicações oficiais ao governo chinês. A Igreja Zion ainda não se pronunciou publicamente sobre a revogação das licenças ou as prisões.
Contexto
As ações integram uma onda de repressão a comunidades religiosas na China, segundo observadores. Cristãos, muçulmanos e outros grupos têm relatado restrições crescentes nos últimos anos.
Reação internacional
Diversos países solicitaram informações e enfatizaram a necessidade de respeito aos direitos humanos e à liberdade religiosa no país. A situação alimenta preocupações sobre o espaço de atuação de organizações religiosas na China.
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