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Conservador acusa Nick Timothy de instigar medo sobre orações islâmicas

Tariq Ahmad afirma ter informado a direção do Partido Conservador que as falas de Nick Timothy instigam medo entre muçulmanos e podem estimular a saída de membros

Timothy, singling out an iftar event held in central London, claimed that Islamic prayers taking place in public were intimidating and un-British.
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  • O pares conservador Tariq Ahmad acusou Nick Timothy de “instilar medo” entre muçulmanos com seus comentários sobre orações públicas, destacando o iftar em Trafalgar Square.
  • Ahmad afirmou ter levado as preocupações à liderança do partido e mencionou que muçulmanos estavam cogitando deixar o Conservative Party.
  • Timothy defendeu suas palavras em artigo ao Daily Telegraph, dizendo que a oração em Trafalgar Square não representa compatibilidade com outras fés e discutiu os limites entre liberdade religiosa e rituais religiosos públicos.
  • Nigel Farage também se pronunciou sobre o tema, enquanto líderes muçulmanos condenaram a tentativa de banir orações públicas no Reino Unido.
  • Ahmad comparou as declarações de Timothy a anteriores comentários de Robert Jenrick e Suella Braverman sobre diversidade, insistindo que o partido deve acolher pessoas de todas as fés sem apontar culpados.

O caso envolve um membro conservador veterano e ex-ministro de combate ao extremismo que afirmou que comentários sobre orações públicas de muçulmanos podem criar um clima de medo. Tariq Ahmad, hoje par e empresário, diz que abriu um canal com a liderança do partido para tratar do assunto e espera ações.

Ahmad afirmou que seus contatos com o partido ocorreram após declarações de Nick Timothy, secretário shadow da Justiça, sobre orações muçulmanas em espaços públicos. Segundo Ahmad, o tema tem levado muçulmanos a considerar deixar o Partido Conservador.

O episódio ganhou contornos após Timothy criticar uma oração conjunta realizada na Trafalgar Square, vinculando ao menos parte da prática religiosa à dominação. Ahmad classificou as falas como divisivas e pediu reflexão aos responsáveis pelo partido, inclusive para quem almeja cargos mais altos.

Reações e desdobramentos

Kemi Badenoch, governante do partido, manifestou apoio a Timothy, de acordo com informações publicadas pela imprensa. Ahmad disse que o apoio externo não apaga a necessidade de diálogo e de firmeza nos princípios de igualdade ante a lei.

Timothy rebateu as críticas em defesa de sua posição, argumentando que a oração, ao ocorrer em espaços públicos, pode ter impactos sobre a convivência cívica. Ele afirmou que a liberdade religiosa não deve se confundir com imposição de rituais em áreas compartilhadas.

Ahmad relatou ainda que tem sentido um ressurgimento de hostilidade anti muçulmana em ruas, algo que ele considera incompatível com os valores de inclusão defendidos pela legenda. O peers sugeriu que a visão de diversidade permanece central para a identidade do partido.

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