- Em Jaú, interior de São Paulo, em 1927, Francisco Canho criou o chuveiro elétrico ao adaptar a resistência de um ferro elétrico para aquecer água.
- A invenção nasceu da necessidade de aquecer a água para o pai, que não podia banho frio, já que o método anterior usava fogão a lenha.
- Canho passou a vender o equipamento porta a porta, criou a empresa F. Canhos e, em 1943, teve a patente registrada.
- A popularização ocorreu na década de sessenta, com o uso do plástico que reduziu custos e facilitou a instalação.
- Atualmente, segundo o Procel, o chuveiro elétrico está presente em cerca de 73% das residências brasileiras.
O chuveiro elétrico surgiu como solução prática para aquecer água em casa. Em 1927, Francisco Canho, morador de Jaú, SP, adaptou uma resistência elétrica retirada de um ferro para aquecer a água do banho.
A ideia nasceu da necessidade: o pai de Canho sofria de reumatismo e não podia tomar banho frio. Na época, a água era aquecida no fogão a lenha, processo trabalhoso e demorado.
Canho realizou diversos testes até obter um modelo estável que aquece a água rapidamente. Em Jaú, ele passou a vender o produto porta a porta, abrindo caminho para a produção em escala.
Depois, fundou a empresa F. Canhos para ampliar a fabricação do chuveiro. A patente foi registrada oficialmente em 1943, marcando o marco inicial da invenção no Brasil.
A expansão e impacto
A popularização do plástico nos anos 1960 reduziu custos e facilitou a instalação do equipamento, tornando-o mais acessível. O sistema descentralizado passou a favorecer a economia doméstica e o clima do país.
De acordo com o Procel, o chuveiro elétrico está presente em cerca de 73% das residências brasileiras, consolidando-se como item comum de conforto e praticidade.
Entre na conversa da comunidade