- Ashley Fairbanks criou Stand With Minnesota após as invasões da ICE em Minneapolis, para conectar moradores a recursos e doações.
- A página já teve mais de 2,4 milhões de acessos e já ajudou a levantar quase 20 milhões de dólares para pessoas afetadas no estado.
- O site organiza voos doados por milhas para pessoas retornarem a Minneapolis após serem liberadas no Texas, além de reunir apoio logístico.
- Atualmente, o foco é pagar aluguel de famílias que permanecem abrigadas e não conseguem trabalhar durante as ações da ICE, com doações sendo apoiadas por uma fundação que faz correspondência de recursos.
- Além de contatos e listas de ajuda, o portal oferece um diretório de doações e serviços para tarefas como lavanderia, compras de alimentos e reboque de veículos, em iniciativas de mutual aid.
Ashley Fairbanks, escritora e estrategista digital de 39 anos, lançou a iniciativa Stand with Minnesota após ver invasões de ICE em Minneapolis. A ideia surgiu de um documento no Google e ganhou forma como página de arrecadação e apoio comunitário.
Desde o lançamento, o site recebeu mais de 2,4 milhões de visitas e já ajudou a levantar quase 20 milhões de dólares para moradores afetados. Além disso, organizou voos para quem precisava retornar a Minneapolis após ser detido no Texas.
Doações e aluguel como prioridade
Atualmente, a plataforma concentra esforços em cobrir aluguel de famílias que hospedam outras pessoas e não podem trabalhar durante as ações do ICE. A iniciativa recebe doações correspondidas por uma fundação de Minnesota, ampliando o alcance do suporte.
A rede também reúne oportunidades de mutual aid, como serviços de lavanderia, entregas de mantimentos e guinchos para carros abandonados após intervenções de ICE. O objetivo é manter as famílias seguras em suas casas.
Origem, impacto e replicabilidade
Fairbanks afirma que a atuação é movida pela comunidade, não por uma organização formal. Ela cita exemplos práticos, como doações de milhas aéreas que conectam quem precisa voos com doadores.
A rede já ajudou a reunir famílias e facilitar o retorno de pessoas detidas. Segundo a criadora, o alcance local supera a logística de grandes instituições, recebendo apoio de outras cidades que compartilham lições de organização comunitária.
Perspectivas para outras cidades
A Fundadora destaca que a ideia pode ser replicada, com modelos simples de sites de mutual aid. Ela oferece orientação para quem desejar adaptar o projeto a outras comunidades sem depender de grandes estruturas.
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