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Família real britânica enfrenta crise histórica ligada a Andrew e Epstein

Prisão de Andrew Mountbatten-Windsor agrava a pior crise da monarquia britânica em noventa anos, deixando dúvidas sobre a continuidade institucional

Funeral service for Britain's Katharine, Duchess of Kent, in London
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  • O príncipe Andrew Mountbatten-Windsor foi preso sob suspeita de conduta inadequada em cargo público, relacionado a Jeffrey Epstein, gerando a maior crise da monarquia em noventa anos.
  • Imagens dele saindo da delegacia, publicadas em jornais mundiais, intensificaram o abalo à imagem da realeza.
  • A família já afastou Andrew de títulos, de sua mansão e de qualquer envolvimento público; Charles e Camilla mostraram apoio às vítimas.
  • Pesquisas da YouGov indicaram grande oposição a Andrew (em janeiro, apenas 3% aprovavam o irmão mais novo do rei, com cerca de 90% de avaliação negativa), enquanto Charles e William mantêm níveis de aprovação mais altos entre o público.
  • Apoiadores da monarquia acreditam que a crise pode trazer danos duradouros, mas não indicam envolvimento direto de Charles ou William, que devem buscar restabelecer a confiança.

Britain enfrenta a crise mais grave da monarquia em 90 anos após a detenção de Andrew Mountbatten-Windsor, suspeito de conduta imprópria em cargo público, ligada a uma relação com Jeffrey Epstein. A prisão, confirmada na sexta-feira, repercutiu mundialmente, com imagens dele deixando uma delegacia dominando as manchetes. O caso gerou questionamentos sobre o futuro da instituição.

Segundo apurações, a investigação envolve o envio de documentos confidenciais a Epstein, quando o suspeito atuava como emissores de comércio. Andrew nega irregularidades e afirma lamentar a amizade com Epstein. O episódio levou a família real a afastar o príncipe de atividades públicas na medida do possível.

A camuflada crise interna surge em meio a críticas sobre o papel da monarquia e o impacto de escândalos passados. A imprensa descreve o episódio como o pior desafio para a instituição desde o abdicação de Eduardo VIII, em 1936. Fontes próximas ao palácio indicam que Charles tenta gerenciar a situação com cautela.

Contexto

A pressão sobre a linha de sucessão aumenta, com Charles, William e os demais membros da corte buscando distanciar-se de Andrew. O rei, que enfrenta tratamento médico não especificado para câncer, manifestou que a lei deve ser aplicada. A rainha Camilla reiterou solidariedade às vítimas de abuso, sem entrar em detalhes.

William e a duquesa de Cambridge também expressaram preocupação com as revelações contidas nos arquivos ligados a Epstein. A família já havia afastado Andrew de títulos, propriedades e funções públicas, em uma tentativa de conter danos institucionais.

Repercussões públicas e perspectivas

Pesquisas de opinião divulgadas antes da divulgação de arquivos revelavam baixa aprovação de Andrew, com grande parcela negativa. Ainda assim, a avaliação do restante da família e da monarquia mostrava melhores índices, especialmente para William e Charles. Analistas destacam que a instituição pode sobreviver, mas o episódio tende a reduzir a popularidade entre segmentos da população.

Um ex-assessor real afirmou que o golpe é maior porque foge do controle direto da família, que tem respondido às informações que emergem sem ter acesso total aos arquivos. Mesmo diante da crise, não há indícios públicos de que Charles ou William tenham conhecimento de atos específicos ligados a Epstein.

Embora haja temor de novas revelações, a avaliação de fontes próxima ao palácio é de que o núcleo da monarquia — especialmente Charles e William — possui pessoas para manter a confiança pública e restaurar o apoio ao longo do tempo.

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