- Michael Jai White afirmou que crianças americanas estão ficando “moles” e que não estão surgindo homens nos EUA.
- Ele disse, em conversa com Joe Rogan, que a masculinidade americana tem sido demonizada nas últimas décadas.
- White relatou ter observado o início dessa tendência quando era professor, com o culto a premiações de participação.
- Segundo ele, a falta de competição pode dificultar lidar com a derrota e, segundo ele, isso pode levar a problemas em sala de aula.
- O ator e artista marcial falou ainda sobre como a experiência no atletismo escolar influenciou sua prática de artes marciais, tornando-a mais eficiente.
Michael Jai White afirmou que crianças americanas estão ficando menos agressivas e que hoje há menos homens formados segundo seus padrões. O ator e artista marcial fez a declaração durante participação no podcast de Joe Rogan, nesta semana, ao discutir ritos de passagem em países como Austrália e Nova Zelândia.
Segundo White, não há muitos jovens que demonstrem o que ele considera o perfil do homem americano. Rogan concordou, dizendo que nos últimos anos a masculinidade do país teria sido demonizada. As falas ocorreram no contexto de uma conversa sobre educação e competição entre jovens.
White, de 58 anos, afirmou ter observado mudanças já na função de professor em escolas, com premiações de participação e foco na autoestima, o que, na visão dele, teria reduzido a disposição de lidar com falhas. Ele citou como consequência uma perda de resiliência entre estudantes.
O ator relatou ainda que o incentivo à competição é essencial para o desenvolvimento de disciplina. Em sua visão, o treino esportivo, especialmente o atletismo, ajudou a moldar a eficiência de movimentos que ele aplica nas artes marciais.
White relatou que o reconhecimento antecipado de talento pode ter efeito contraproductivo, levando a menos esforço em áreas que exigem prática constante. Ele afirmou que exige mais de si mesmo e mantém o foco em superar limites pessoais.
Ao discutir técnicas de treino, White disse que o que aprende com a prática esportiva o ajuda a evoluir na luta, enfatizando a importância de sair da zona de conforto. Segundo ele, esse esforço contínuo define o que ele chama de verdadeira qualidade marcial.
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