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Finger princesses: serão os maiores vilões do grupo de chat?

Especialistas apontam que a finger princess terceiriza perguntas simples, elevando o custo emocional do grupo e sinalizando padrão de privilégio

It could be you … are you guilty of being a ‘finger princess’?
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  • O termo “finger princess” é alguém no grupo de chat que faz perguntas que poderiam ser respondidas por quem pergunta.
  • Origem: tradução direta do coreano “ping-peu”; há também a expressão equivalente “finger prince”.
  • A ideia ganhou força após uma conta de gírias coreanas no Instagram e foi repercutida por Self e Slate.
  • Psicólogos mencionam que, se vira um padrão, pode indicar senso de direito e tendência a terceirizar trabalho emocional.
  • Um blogueiro australiano revelou recentemente ser esse tipo de amiga, citando um apagão de energia elétrica como exemplo; a sugestão é ser mais prático.

Finger princesses ganham espaço na discussão sobre etiqueta digital. O termo, em circulação desde este mês, descreve um tipo de comportamento observado em grupos de mensagens: pessoas que perguntam informações que poderiam obter sozinhas.

A expressão nasceu na Coreia, como tradução direta de ping-peu. Embora associada a mulheres, também pode haver um finger prince. A ideia é que o comportamento seja visto como uma forma de dependência de terceiros para tarefas simples.

As definições ganharam repercussão graças a uma postagem de uma conta de slang coreana no Instagram e ganharam espaço em veículos de imprensa digital, entre eles Self e Slate. A leitura principal aponta para um sinal de relacionamento que pode indicar expectativa de esforço dos outros.

Especialistas consultados pelo Self dizem que o comportamento pode representar uma intrusão na autonomia dos amigos. Quando a dúvida envolve pedir direções ou instruções, a crítica recai sobre a distribuição de trabalho emocional no grupo.

Há relatos de quem admite o estereótipo publicamente. Uma blogueira australiana contou ter sido foco de autocrítica após uma queda de energia, descrevendo o episódio como um lembrete de que deve melhorar a iniciativa.

Analistas destacam que a urgência da comunicação digital facilita ações impulsivas. Em vez de buscar culpados, especialistas sugerem maior cuidado ao formular pedidos para não sobrecarregar os demais.

Um ponto comum é a preferência por facilitar tarefas, em vez de buscar informações por conta própria. Na prática, o vocabulário a ser usado pode evitar mal-entendidos entre colegas de grupo.

Para lidar com a situação, recomenda-se priorizar a busca ativa de informações, em vez de terceirizar respostas. Em casos de pedidos de opinião ou recomendações, a diferença está no peso da iniciativa individual.

Como curiosidade, o debate sobre o tema também aborda a ideia de manter a utilidade social no grupo. Profissionais de relacionamento destacam que a colaboração deve seguir critérios de respeito mútuo e autonomia.

Ao se referirem a situações corriqueiras, os textos sugerem substituições simples de linguagem. Em vez de encaminhar tarefas, pode-se optar por oferecer recursos de autoajuda, como um guia rápido de verificação.

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