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Família comemora segunda colocação da filha em Medicina

Família celebra aprovação de Sara Paiva Castro em segundo lugar em Medicina na Uema, após três anos de estudo e apoio da fé

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Sara Paiva Castro foi aprovada na Universidade Estadual do Maranhão (Uema). (Foto: Reprodução/TikTok/sarapaivacs).
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  • Sara Paiva Castro, de 21 anos, foi aprovada em Medicina na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), ocupando a segunda posição no vestibular.
  • A confirmação saiu na lista divulgada na última segunda-feira, e a jovem gravou o momento em que viu o nome no listão.
  • A família celebrou com gritos, abraços, lágrimas e agradecimentos a Deus.
  • Sara fez 3 anos de cursinho, estudou entre sete e oito horas diárias e resolvia cerca de 100 questões de simulados por dia, mantendo foco com apoio da fé e da prática de exercícios.
  • Ela atribui a vitória à dedicação, à fé em Cristo e ao suporte da família, especialmente nos momentos de maior pressão.

Uma família de São Luís, no Maranhão, celebrou a aprovação de Sara Paiva Castro, 21 anos, no vestibular da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). Ela ficou em 2º lugar em Medicina, com o anúncio divulgado na última segunda-feira (2). O momento foi gravado pela jovem e divulgado nas redes sociais.

A lista de aprovados mostrou Sara entrando no curso concorridíssimo de Medicina da Uema. O vídeo registra a reação da família, com gritos, abraços e agradecimentos a Deus pela conquista.

Antes do vestibular, Sara estudou por três anos em um cursinho e manteve uma rotina de 7 a 8 horas diárias de estudo, resolvendo cerca de 100 questões de simulados por dia. Ela já havia sido aprovada em outras áreas, mas seguiu firme no sonho de Medicina.

Em entrevista ao portal Imirante, a jovem contou que costumava imprimir muitas provas para treinar, especialmente na reta final. Para lidar com a pressão, ela recorreu ao exercício físico e ao apoio familiar, evitando o isolamento típico desse período.

Além disso, Sara citou a importância da fé para enfrentar a ansiedade. Ela afirmou que entregava tudo a Deus, fazia devocional e orava para manter a serenidade durante o ano de cursinho, especialmente no terceiro ano. No dia do vestibular, a jovem disse ter sentido fortalecimento durante a espera e saiu da prova com sensação de dever cumprido.

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