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Resumo da semana: minha resolução para o mundo e salas de estar rebaixadas

Resolução de ano novo defende o retorno de salas afundadas, convivência contida e valorização da introspecção após as festas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
New Year's Day fireworks in London. I stayed in with a plate of smoked salmon, some champagne and all my books.
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  • Resumo da semana: a autora propõe resgatar as “sunken living rooms” (salas de estar afundadas) como uma tendência acolhedora e discreta para 2026.
  • Segunda-feira aborda confusões linguísticas de fim de ano, desde “Merryneum” até a grafia de Twixtmas, com tom bem-humorado.
  • Terça-feira destaca a abertura de um lounge para membros na flagship da John Lewis em Oxford Street e a expectativa de expansão.
  • Quarta-feira é a véspera de Ano Novo, quando a autora celebra o “jomo” (alegria de ficar em casa) e prefere ficar isolada com leitura.
  • Quinta-feira, primeiro de janeiro, foca em resoluções globais simples, incluindo trazer de volta salas de estar afundadas e esclarecer usos de “either” e “each”.
  • Sexta-feira celebra o Dia Mundial dos Introvertidos, com planos de ficar ainda mais em casa e a família recebendo o questionamento do filho.

O texto é uma reflexão de início de ano em formato de diário, com foco em hábitos, resoluções e observações pessoais. O autor apresenta o tema central: clubes de consumo, mudanças de hábitos de fim de ano e desejos para 2026, com tom sarcástico e autocrítico.

Na segunda-feira, o autor pede desculpas por um equívoco linguístico do Natal anterior e discute a expressão entre o Natal e o Ano Novo, tentando esclarecer termos como Twixtmas. A ideia é explorar o período entre feriados e as tradições associadas, de forma bem-humorada.

Na terça-feira, o texto comenta a expectativa com a nova lounge de membros da John Lewis, aberta em Oxford Street para testes. O autor vê a iniciativa como potencial de expansão, defendendo que o espaço possa se tornar comum em várias lojas, como alternativa a bares.

Na quarta-feira, chega a véspera de Ano Novo, marcada pela ideia de jomo, o “joy of missing out”. O autor relembra que costuma ficar em casa, acompanhado de comida e leitura, e deseja aos leitores um fim de ano tranquilo, sem grandes agitações.

Na quinta-feira, é o Dia de Ano Novo. O autor declara ser contrário a grandes resoluções, mantendo metas mais simples para o mundo. O objetivo principal é a volta aos ambientes de convívio com conforto, incluindo a ideia de salas com sofá embaixo d’água, ou “sunken living rooms”.

Ainda, o texto aborda questões de linguagem, como o uso de “either” e “each”, com exemplos para esclarecer a gramática. O tom permanece irônico, porém visa esclarecer dúvidas comuns de forma prática.

Na sexta-feira, o autor celebra o Dia Mundial dos Introvertidos, em 2 de janeiro. A previsão é passar o dia em isolamento moderado, mantendo o lar como espaço de tranquilidade. O tom é de afeto familiar, com brincadeira sobre a convivência.

A publicação encerra com votos de um 2026 mais sereno e com a ressalva de manter hábitos que não perturbem demais a vida cotidiana. O estilo continua crítico ao consumo e à cultura festiva, sem perder o humor.

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