- Um tribunal de Jacarta condenou nove pessoas em um caso de corrupção envolvendo unidades da Pertamina, a estatal de energia da Indonésia, incluindo dois ex-CEOs de suas unidades, por prejuízos estimados em 17 bilhões de dólares ao erário.
- As acusações envolvem aluguel ilegal de um terminal de combustível e importação ilegal de petróleo bruto, entre outros delitos, em uma das maiores ações sob o governo do presidente Prabowo Subianto.
- As sentenças, aplicadas pelo Tribunal Central de Jacarta, variam de nove a 15 anos de prisão; os procuradores tinham pedido penas entre 14 e 18 anos.
- Yoki Firnandi, ex-CEO da Pertamina International Shipping, e Riva Siahaan, ex-CEO da Pertamina Patra Niaga, receberam cada um nove anos de cadeia. Muhamad Kerry Adrianto Riza, dono beneficiário de um terminal de combustível alugado pela Pertamina, foi condenado a 15 anos.
- Riza é filho de Mohammad Riza Chalid, identificado como suspeito no caso e que está foragido. Os réus negaram as acusações e anunciaram recursos; a Pertamina disse manter tolerância zero com corrupção e que oferecerá apoio legal aos envolvidos até a decisão final.
O Tribunal Central de Jacarta condenou nove pessoas em um caso de corrupção envolvendo subsidiárias da Pertamina, estatal de energia. As acusações incluem aluguel ilegal de um terminal de combustível e importação ilegal de petróleo cru, entre outros delitos. A estimativa de prejuízo ao erário é de 17 bilhões de dólares.
Entre os condenados estão dois ex-diretores-executivos de unidades da Pertamina: Yoki Firnandi, da Pertamina International Shipping, e Riva Siahaan, da Pertamina Patra Niaga. As sentenças variaram de nove a 15 anos de prisão, após os procuradores terem pedido de 14 a 18 anos.
Muhamad Kerry Adrianto Riza, dono beneficiário de um terminal de combustível alugado pela empresa, recebeu 15 anos de prisão. Riza é filho de Mohammad Riza Chalid, empresário que figura como suspeito no caso e está foragido.
Sentenças e envolvidos
Os réus haviam negado as acusações e se declararam inocentes durante o julgamento, segundo a imprensa local. Riza contesta a decisão e pretende recorrer, afirmou seu advogado Patra Zen. Firnandi e Siahaan expressaram decepção e manifestaram intenção de recorrer, em declarações fora do tribunal.
A Pertamina afirmou manter a postura de tolerância zero com a corrupção e reiterou que continua a transformar seus processos. A empresa informou que prestará assistência jurídica aos réus até a decisão final, conforme indicado pela defesa.
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