- Um filhote de tamanduá-bandeira nasceu no Blackpool Zoo e é considerado o mamífero mais ameaçado da América Central.
- Os pais Andina e Eskil têm 15 anos; a família também inclui Myrtle, de dois anos.
- O filhote mede cerca de cinquenta centímetros e o sexo ainda não foi definido para que a mãe o crie naturalmente.
- Duas crias mais velhas foram transferidas para outros zoológicos na Europa, reforçando os programas de conservação.
- Tamanduás-bandeira não têm dentes, usam a língua para capturar formigas e cupins, e vivem de Belize ao norte da Argentina.
A Blackpool Zoo celebra o nascimento de um filhote de tamanduá-mirim gigante, considerado entre os mamíferos mais ameaçados da América Central. O nascimento ocorreu recentemente, dentro do parque britânico.
O filhote tem cerca de 50 cm de comprimento e o sexo ainda não foi definido, pois os cuidadores mantêm a mãe responsável pela cria. A fêmea Andina e o macho Eskil, ambos com 15 anos, são os pais.
A família cresce com Myrtle, filha do casal, que já tem 2 anos. Dois irmãos mais velhos foram transferidos para grupos de outros zoológicos na Europa.
Conservação da espécie
Segundo os cuidadores, o nascimento é importante para a conservação de uma espécie vulnerável. Os tamanduás-mirim gigante vivem em áreas de pântano, gramíneas e florestas úmidas no extremo sul da América, e não possuem dentes.
A espécie é considerada a mais ameaçada entre os mamíferos da região, com a população em declínio na natureza. Os tratadores destacam que o filhote já caminha, mas depende do cuidado materno neste estágio inicial.
Os tamanduás-mirim gigantes são conhecidos pelas listras diagonais pretas e brancas, pelo pelo denso e pelo focinho alongado, adaptado para capturar formigas e cupins.
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