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Cuidador de espécies ameaçadas se sente privilegiado

Cuidadora de animais de casco em Marwell celebra o papel na conservação de espécies ameaçadas, incluindo a reintrodução de cavalos de Przewalski ao habitat selvagem

As a hoofstock animal keeper, Rhiannon looks after "everything with hooves"
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  • Rhiannon Wolff trabalha como cuidadora de animais com cascos no Zoo Marwell, em Hampshire, cuidando de espécies como girafas, zebras, rinocerontes brancos, tapires, porcos-da-ria de Visayan e Pónei de Przewalski.
  • Entre as espécies, as éguas de Przewalski são uma das favoritas, e duas fêmeas que moravam no zoológico foram devolvidas à natureza no Cazaquistão.
  • No dia 22 de janeiro, as fêmeas Shara e Togs deixaram o zoo e seguiram para a natureza, após percorrerem parte da viagem até Berlim.
  • A ação faz parte dos esforços internacionais do Marwell para salvar a espécie da extinção, com os cavalos descendo de apenas doze indivíduos cativos.
  • Ao concluir que o manejo desses cavalos é especial, Wolff afirma que a equipe busca trazer um garanhão para ampliar o grupo, que hoje tem sete fêmeas remanescentes.

Rhiannon Wolff trabalha como cuidadora de hoofstock no Marwell Zoo, em Hampshire, no sul da Inglaterra. Ela cuida de animais com cascos — de girafas a zebras — e participa de ações de conservação, incluindo espécies que já estiveram em risco de extinção. Nesta missão, destaca a reintrodução de animais na natureza.

A profissional descreve o trabalho como privilegiado, destacando a diversidade de espécies sob sua responsabilidade e o papel do zoológico na conservação. Entre as atividades diárias estão limpeza, enriquecimento nutricional, registro de informações, observação de comportamento e monitoramento de cercas.

Wolff afirma que alguns animais são avaliados pela Lista Vermelha da IUCN, e cita o sucesso de Marwell na reintrodução de espécies como o oryx da bota, que havia sido considerado extinto na natureza. A cuidadora lembra ainda o impacto positivo de manter animais de espécies raras sob cuidado humano.

Entre as espécies sob os cuidados do zoo, as éguas Przewalski são destacadas pela cuidadora como favoritas. Ela relembra a relação com duas fêmeas que deixaram o zoológico para retornar à natureza, em território do Cazaquistão, sinalizando uma etapa do programa de reintrodução.

No entanto, o Marwell mantém um grupo de Przewalski composto por sete fêmeas. A equipe planeja ampliar o harém com a chegada de um garanhão, fortalecendo a reprodução e aumentando as chances de recuperação da população na natureza.

A ida das Przewalski Shara e Togs ocorreu em 22 de janeiro, após terem percorrido parte da rota até Berlim, marcando a primeira etapa de uma jornada internacional do programa de conservação. Acompanhar o processo envolve colaboração com instituições e redes de conservação.

Wolff enfatiza que trabalhar com animais selvagens requer cautela e respeito. Ela descreve a relação com os cavalos como única, pela convivência próxima e pela possibilidade de observar comportamentos naturais, como interações sociais e respostas a estímulos humanos.

Além disso, a cuidadora ressalta o papel educativo do Marwell na preservação de espécies com histórico de extinção na natureza. O programa de reintrodução envolve monitoramento contínuo e cooperação com parceiros internacionais para ampliar o alcance das espécies.

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