- Pelo menos 17 pessoas morreram nesta quarta-feira na Faixa de Gaza em bombardeios aéreos e ataques de artilharia de forças israelenses, incluindo 3 crianças e 6 mulheres.
- O Exército de Israel afirmou ter realizado ataques de precisão após “terroristas abriram fogo” contra seus soldados, o que foi considerado violação da trégua e deixou um militar ferido.
- A Defesa Civil, ligada ao Hamas, informou também vários feridos além das mortes.
- A passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, foi novamente fechada pelas forças israelenses, limitando a saída de Gaza.
- A violência persiste mesmo com a trégua dos EUA em segunda fase, com Israel e Hamas trocando acusações sobre violações.
Em nova violação do cessar-fogo, 17 pessoas foram mortas nesta quarta-feira na Faixa de Gaza em bombardeios aéreos e ataques de artilharia promovidos pelas forças israelenses. Entre as vítimas estão três crianças e seis mulheres, segundo a Defesa Civil local, vinculada ao Hamas. O ataque ocorreu na região.S
O Exército de Israel informou ter realizado ataques de precisão após afirmar que terroristas abriram fogo contra soldados, o que resultou no ferimento de um militar. A defense civil aponta que, além das mortes, houve várias pessoas feridas em consequência dos ataques.
Apesar de a trégua negociada com apoio dos Estados Unidos ter entrado na segunda fase em janeiro, a violência persiste. Ambos os lados se acusam de violações, alimentando a escalada no território. A abertura apenas parcial da passagem de Rafah foi citada como contexto recente de restrições.
Fechamento da passagem de Rafah
A passagem de Rafah, fronteira entre Gaza e o Egito, foi novamente fechada pelas forças israelenses. O local, que já havia sido reaberto de forma limitada, continua indisponível para a saída de habitantes de Gaza sem passagem por Israel.
No fim de semana anterior, o exército israelense já havia violado a trégua e realizado novo ataque contra Gaza, elevando para mais de 30 o número de mortes no enclave palestino. A situação segue sob monitoramento internacional.
Com AFP
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