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MSF não compartilhará dados de funcionários solicitados por Israel para Gaza

MSF não entregará listas exigidas por Israel para manter acesso a Gaza e Cisjordânia, por não obter garantias de segurança, com risco de interrupção dos serviços humanitários

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
City of Tine in the eastern Chad
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  • Médicos Sem Fronteiras (MSF) afirmou que não enviará listas de funcionários exigidas por Israel para manter o acesso a Gaza e à Cisjordânia.
  • A organização disse não ter conseguido obter garantias sobre a segurança de suas equipes.
  • Israel ordenou que 37 organizações internacionais interrompessem atividades na região a menos que cumprissem novas exigências, incluindo o fornecimento de dados de funcionários.
  • MSF havia sinalizado, na semana passada, que poderia compartilhar uma lista parcial apenas para fins administrativos e com controle sobre suprimentos médicos, mas não obteve garantias suficientes.
  • A entidade alerta que uma possível proibição de atuação em Gaza e na Cisjordânia poderia causar impacto devastador nos serviços humanitários em meio à crise.

Medecins Sans Frontieres (MSF) afirmou nesta sexta-feira que não enviará listas de funcionários exigidas por Israel para manter o acesso a Gaza e à Cisjordânia. A ONG diz não ter obtido garantias sobre a segurança de suas equipes.

A exigência de Israel nasce de uma ordem de várias organizações internacionais para interromper atividades a menos que apresentem detalhes de funcionários. O objetivo oficial, segundo as autoridades, é evitar desvio de ajuda por grupos armados, mas as entidades humanitárias dizem que o compartilhamento de informações traz riscos à segurança.

MSF destacou que já havia se mostrado disposta a compartilhar uma lista parcial de funcionários que concordaram em fornecer dados, desde que usados apenas para fins administrativos e com controle sobre a gestão de suprimentos médicos. A organização afirmou não ter conseguido avanços satisfatórios nas garantias com as autoridades israelenses.

A ONG também alertou sobre o impacto potencial de uma suspensão de atividades em Gaza e na Cisjordânia, onde a crise humanitária permanece crítica. A declaração foi divulgada em Genebra, com a Reuters acompanhando o desdobramento.

Contexto adicional aponta que dezenas de trabalhadores humanitários já foram mortos ou feridos durante o conflito em Gaza, o que aumenta a sensibilidade de qualquer coleta de informações pessoais. Autoridades israelenses não comentaram imediatamente o assunto.

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