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Tropas nigerianas repeliem ataques coordenados de islamistas em Borno, diz o Exército

Tropas nigerianas repelem ataques coordenados de insurgentes em Pulka e Mandaragirau; há mortos entre militares e perdas entre insurgentes, segundo o Exército

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  • Tropas nigerianas repeliram ataques coordenados de militantes islamistas a duas bases militares em Borno, com serviço não divulgado sobre o número de mortos.
  • Os choques ocorreram em Pulka, perto da fronteira com o Cameroon, e em Mandaragirau, no sul de Borno.
  • Os militantes, ligados ao Boko Haram e ao Estado Islâmico na África Ocidental (ISWAP), teriam usado caminhões armados e motocicletas em Mandaragirau; em Pulka houve brevíssima passagem pelo perímetro antes de serem contidos.
  • Houve perdas entre militarizados e membros da Civilian Joint Task Force, com alguns feridos transferidos para tratamento.
  • A força informou a morte de um alto comandante dos insurgentes, Abou Aisha, e indicou rastros de sangue, covas rasas e equipamentos abandonados após operações de follow-up.

Nigerian troops repelled ataques coordenados de militantes islamistas em duas bases militares no estado de Borno, no nordeste do país. O ejercito informou nesta segunda-feira que o combate deixou mortos entre soldados, número ainda não especificado.

Os ataques foram lançados por religiosos militants ligados ao Boko Haram e ao ISWAP. Os alvos foram Pulka, próximo à fronteira com Camarões, e Mandaragirau, no sul de Borno, áreas com histórico de confrontos.

Segundo o porta-voz Sani Usman, o ISWAP atuou em Mandaragirau com camiões-armados e motocicletas, mas as tropas reagiram com fogo pesado e impediram qualquer brecha. Reinforços foram acionados para manter a posição.

Em Pulka, militantes teriam avançado parcialmente, destruindo alojamentos e parte de equipamentos. As forças de segurança disseram ter contido o ataque, mantendo a posição com apoio de unidades adicionais.

Ainda conforme o porta-voz, alguns soldados e membros da Civilian Joint Task Force ficaram feridos e foram evacuados para tratamento. Não houve relatos de baixas entre as tropas no ataque a Pulka.

A operação ressalta a pressão crescente sobre os insurgentes na região. Em dezembro, houve ações de ataques aéreos lideradas pelos EUA contra alvos militantes no noroeste da Nigéria, conforme declarações oficiais da administração norte-americana.

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