- A Organização Mundial da Saúde informou que os primeiros cinco pacientes foram transferidos pela passagem de Rafah entre Gaza e o Egito, que reabriu na segunda-feira.
- Segundo o porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, no dia dois de fevereiro houve evacuação médica de cinco pacientes e sete acompanhantes para o Egito via Rafah.
- Foi a primeira evacuação médica por essa rota desde sometime in 2025, durante um cessar-fogo inicial.
- Mais de dezoito mil quinhentos pacientes aguardam evacuação após dois anos de conflito; entre eles, mais de três mil são crianças, segundo a UNICEF.
- Autoridades de Gaza definem prioridades entre os enfermos e feridos; Lindmeier afirmou que mortes ocorreram enquanto aguardavam evacuação.
A Organização Mundial da Saúde informou nesta terça-feira que os primeiros cinco pacientes foram transferidos pela passagem de Rafah, entre Gaza e o Egito, que reabriu na segunda-feira. A evacuação médica ocorreu com apoio da OMS e parceiros. O deslocamento ocorreu via Rafah, núcleo de acesso para tratamento fora da faixa de Gaza.
Segundo a OMS, são cinco pacientes acompanhados por sete acompanhantes que seguiram para o Egito. Foi a primeira evacuação médica por Rafah desde algum momento de 2025, após limitações anteriores durante cessar-fogos. A operação ocorreu no contexto de retomar a assistência médica à população.
Ao todo, mais de 18,5 mil pacientes aguardam evacuação após dois anos de conflito, informou a OMS. Entre as pessoas na fila, estão traumas de guerra assim como doenças crônicas como câncer e diabetes. Crianças somam mais de 3 mil entre os que aguardam atendimento, segundo a UNICEF.
Contexto e dados adicionais
A OMS ressaltou a demanda elevada por evacuações entre Gaza e o Egito e a necessidade de priorização entre doentes e feridos. As autoridades de Gaza estão definindo quem recebe prioridade, com base em gravidade médica e disponibilidade de recursos no Egito. A organização reiterou o impacto humano da demora no atendimento.
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