- Um ataque na República Democrática do Congo, na comunidade de Irumu, deixou ao menos 25 cristãos mortos durante uma cerimônia religiosa.
- Entre as vítimas havia crianças; os atacantes chegaram em veículos e abriram fogo durante a celebração.
- Várias pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para hospitais da região; o número de mortos foi confirmado por autoridades locais.
- Líderes cristãos condenaram o ataque e pediram ação urgente do governo para assegurar a segurança das comunidades religiosas.
- O episódio ocorre em um contexto de violência contínua na RDC, com condenação da comunidade internacional e apelos por proteção a civis e paz na região.
O ataque ocorrido na República Democrática do Congo deixou ao menos 25 mortos, entre eles crianças, na comunidade de Irumu. Estima-se que fiéis participavam de uma cerimônia religiosa quando atacantes chegaram em veículos e abriram fogo. O episódio causou correria e várias pessoas ficaram feridas.
Segundo relatos locais, muitos fiéis morreram ao tentar fugir ou se esconder. Autoridades da região confirmaram o número de vítimas e informaram que feridos receberam atendimento em hospitais próximos. O ataque foi descrito como de autoria não identificada até o momento.
Líderes cristãos condenaram o massacre e pediram ação urgente do governo para assegurar a segurança de comunidades religiosas na região. A gravidade do ataque levou a pedidos por medidas eficazes de proteção e justiça.
Este episódio se soma à dupla de violência armada que aflige a região, marcada por conflitos e ações de grupos insurgentes. A comunidade internacional também condenou o ataque e enfatizou a necessidade de proteção de civis e de paz duradoura.
Organizações religiosas e humanitárias atuam na área, oferecendo apoio às vítimas e buscando soluções para a proteção das comunidades afetadas. A mobilização inclui assistência médica, social e apoio psicológico.
Contexto regional e resposta
Os ataques em Irumu evidenciam a persistente insegurança na RDC e a ameaça a comunidades locais, incluindo fiéis. Autoridades locais sinalizam ações para reforçar a segurança e coibir novos ataques, enquanto parceiros humanitários acompanham a evolução da situação. A APES permanece mobilizada para atender aos atingidos.
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