- O Exército dos EUA informou que dois suspeitos traficantes de drogas foram mortos em ataque a um barco no Pacífico leste; não houve feridos entre militares.
- O saldo da campanha de Washington sobe para pelo menos 128 mortes associadas a ações contra traficantes.
- A embarcação supostamente transitava por rotas conhecidas de narcotráfico na região, segundo o Comando Sul dos EUA.
- A ofensiva começou no início de setembro; em janeiro houve outro ataque que matou dois suspeitos.
- Familiares de dois homens da Trinidad e Tobago mortos no ano passado entraram com uma ação por morte injusta contra o governo dos EUA, sendo o primeiro processo desse tipo contra a gestão Trump relacionado a ataques na região.
O Comando Sul dos EUA informou na quinta-feira que matou dois traficantes de drogas suspeitos em um ataque a uma embarcação no Pacífico Oriental. A operação afirmou não ter deixado militares norte-americanos feridos.
O balanço da campanha dos EUA contra supostos traficantes já é de pelo menos 128 mortos, segundo o comando militar. A nota acrescenta que a operação ocorreu em rotas conhecidas de narcotráfico.
A inteligência indicou que o navio transitava por rotas de narcotráfico e participava de operações de tráfico, o que embasou o ataque, conforme o comunicado.
Contexto da operação
O governo de Donald Trump passou a mirar embarcações de contrabando no início de setembro, alegando combate a supostos “narco-terroristas” a partir da Venezuela, conforme relatado por veículos internacionais.
Especialistas questionam a evidência de envolvimento direto em tráfico, gerando debates sobre a legalidade das ações que se expandiram do Caribe para o Pacífico.
Em janeiro, houve outra ofensiva no Pacífico que resultou na morte de dois suspeitos. No ano passado, parentes de dois homens de Trinidad e Tobago processaram o governo por morte injusta envolvendo um barco supostamente carregado de drogas. É o primeiro caso desse tipo contra a administração.
As informações são baseadas em anúncios oficiais do comando militar e em reportagens de cobertura internacional, sem uso de linguagem especulativa ou opinativa.
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