- ataques israelenses em Gaza deixaram 18 mortos, incluindo quatro crianças, atingindo Gaza City e Khan Younis.
- Israel afirmou ter revidado após um atirador ter baleado um soldado; a operação envolveu focos em Gaza City e Khan Younis.
- o apoio à passagem de pacientes pelo cruzamento de Rafah para o Egito foi suspenso, dois dias após a reabertura do local.
- a Organização Mundial da Saúde não houve coordenação necessária para facilitar a passagem pelo Rafah, segundo o exército israelense; a OMS não respondeu a pedidos de commentário.
- desde o início do cessar-fogo, pelo menos 530 pessoas em Gaza foram mortas por ataques israelenses, e quatro soldados israelenses foram mortos por militantes palestinos; questões como retirada de forças e desarmamento de Hamas permanecem sem acordo.
Dois bombardeios israelenses afetaram Gaza, deixando 18 mortos, entre eles quatro crianças, e interromperam a evacuação de pacientes pelo cruzamento de Rafah, no sul da região. A ofensiva ocorreu após um ataque a militares israelenses, que deixou um reservista gravemente ferido.
Os ataques militarizaram Gaza City e Khan Younis, com parte dos feridos encaminhados a hospitais na região. A passagem de pacientes pelo Rafah foi suspensa duas dias após a reabertura do cruzamento para tratamento médico no Egito.
A agência Cogat, que controla o acesso a Gaza, informou que o Rafah continuava aberto, mas não recebeu detalhes de coordenação da Organização Mundial da Saúde para facilitar as evacuações. A OMS não respondeu a pedido de comentário.
Segundo a Red Crescent, pacientes estavam prontos para cruzar Rafah, mas foram comunicados de que hoje não haveria viagem. Um paciente ganês, Raja’a Abu Teir, relatou a paralisação no hospital, com ambulâncias esperando.
Na terça, 16 pacientes de Gaza e 40 acompanhantes cruzaram para o Egito, segundo médicos locais. Uma fonte da polícia de Hamas estimou que ao menos 40 pessoas passaram do Egito para Gaza na noite anterior.
O seu quadro geral da trégua permanece frágil. Em janeiro foi anunciada a segunda fase do acordo de cessar-fogo, ainda sem acordo sobre retirada de forças em Gaza e desarmamento do Hamas. A violência persiste quase diariamente.
Desde o início da trégua, autoridades de Gaza notificaram centenas de mortes entre civis, com relatos de 530 óbitos desde então. Em contrapartida, militantes palestinos mataram quatro soldados israelenses nesse período.
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