- La Niña deve terminar até o fim de fevereiro e não deve mais influenciar o tempo no Brasil em fevereiro.
- O ar quente e úmido predomina e pancadas de chuva devem ocorrer com frequência em quase todo o país, de forma irregular ao longo do mês.
- Podem ocorrer zonas de instabilidade como a ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) e a ZCIT (Zona de Convergência Intertropical), especialmente no Norte, Centro-Oeste e Sudeste.
- O volume de chuva em fevereiro deve ficar próximo da média histórica, com alguns litros a mais no Amazonas e no Sudeste, e menor em partes do Nordeste e do Sul do país.
- A temperatura média do mês fica acima do normal em boa parte do país, com calor mais intenso em estados como Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Brasília; no Pacífico pode haver neutralidade com tendência a El Niño ao fim do outono/inverno.
La Niña está perto do fim e não deve influenciar mais o tempo de fevereiro no Brasil. O mês deve ter ar quente e úmido predominando, com pancadas de chuva frequentes em grande parte do país.
A atmosfera vem apresentando aquecimento gradual desde o fim da primavera e, por isso, mesmo sem frentes frias fortes, nuvens de chuva se formam com facilidade. Zonas de chuva convectiva podem aparecer.
Situação de La Niña e oceano Pacífico
La Niña, em menor intensidade desde a primavera de 2025, deve ser tecnicamente encerrada até o fim de fevereiro. A influência direta sobre o tempo brasileiro tende a terminar, abrindo espaço para correntes de umidade de menor escala.
A temperatura da superfície do Pacífico central e leste pode neutralizar-se no outono, com aquecimento gradual previsto para o inverno de 2026. Há expectativa de retorno de El Niño no final do outono.
Oceanos Atlântico e padrões de chuva
A temperatura da água do Atlântico Sul está acima da média ao longo da costa leste do Brasil, o que intensifica áreas de chuva no litoral, especialmente no Sudeste e Sul. O Atlântico Norte, por sua vez, está mais aquecido que o Sul, o que reduz a força da ZCIT na faixa Norte/Nordeste.
Chuva prevista para fevereiro de 2026
O ar quente e úmido deve predominar. Pancadas de chuva serão frequentes, porém irregulares, ao longo do mês. Um corredor de umidade deve organizar-se sobre o Centro-Sul, elevando a chance de chuva na primeira semana.
No Sudeste, espera-se redução de chuva e aumento de calor na segunda metade de fevereiro. No Sul, o mês começa com tempo seco e quente, com chuva mais provavel na segunda metade.
Regiões e variações de precipitação
A previsão indica volume de fevereiro próximo da média histórica em quase todo o Brasil. Deve chover um pouco acima do normal no norte do Amazonas e na fronteira com o Peru. No Sudeste, áreas de Vale do Paraíba e litoral norte tendem a receber mais chuva.
No Centro-Norte e no Tocantins, há expectativa de chuva abaixo da média em várias áreas. Maranhão, Piauí, Ceará e parte do Amapá devem ter chuva menos expressiva, com redução também no Recôncavo Baiano e no sul do Rio Grande do Sul.
Temperatura esperada para fevereiro
A temperatura média no mês deve ficar acima da média histórica em grande parte do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, além de boa parte do Rio Grande do Sul. Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória ficam dentro da faixa de normalidade para fevereiro.
Belo Horizonte, Campo Grande, Cuiabá, Goiânia e Brasília devem registrar fevereiro mais quente que a média. Norte do Brasil tende a manter temperatura próxima ao normal, com leve elevação no extremo norte do Pará.
Entre na conversa da comunidade