- O documentário Hora do Recreio, de Lucia Murat, mergulha na educação pública brasileira voltada a adolescentes do Rio de Janeiro.
- O filme, selecionado pela mostra Generation do Festival de Berlim, ganhou a Menção Especial do Júri Jovem e estreia nos cinemas brasileiros na quinta-feira, 12 de março.
- A produção utiliza a música A Música da Mãe, do rapper Djonga, e os quadros de Maxwell Alexandre para apresentar o cotidiano dos alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio.
- Hora do Recreio destaca a violência como realidade brutal, mas foca na esperança e no potencial transformador da arte entre a juventude periférica.
- Em paralelo, a TV Cultura estreia no domingo, 8 de março, a série Cinco Mulheres, de Paulo Markun, com monólogos sobre Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga, Maria Quitéria, Marquesa de Santos e Nair de Teffé, com depoimentos de especialistas e diálogos ficcionais.
Hora do Recreio, dirigido por Lucia Murat, aborda a educação pública na vida de jovens da periferia do Rio de Janeiro. O documentário participou da mostra Generation em Berlim, recebendo a Menção Especial do Júri Jovem. Estreia brasileira chega aos cinemas na quinta-feira, 12.
A obra utiliza a música A Música da Mãe, de Djonga, e imagens de Maxwell Alexandre para apresentar os estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio. O filme não esconde o tom brutal das experiências, mas enfatiza a esperança e o papel da arte na vida dos jovens.
Cinco Mulheres
No domingo, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, estreia na TV Cultura a série documental Cinco Mulheres, dirigida por Paulo Markun. A produção destaca cinco figuras históricas do Brasil: Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga, Maria Quitéria, Marquesa de Santos e Nair de Teffé.
A série é estruturada por cinco monólogos encenados por atrizes no Sesc Consolação, em São Paulo. Em cada episódio, entram depoimentos de especialistas e diálogos ficcionais entre as intérpretes, nos bastidores e nas apresentações.
Publicado na edição n° 1403 de CartaCapital, em 11 de março de 2026. Este texto aparece na edição impressa de CartaCapital sob o título Vozes da dor e da esperança.
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