- A Polícia Nacional da Espanha prendeu, na quarta-feira, um homem de vinte anos suspeito de burlar um sistema de reservas para pagar apenas um centavo de euro.
- Segundo as autoridades, ele manipulou o sistema de pagamentos para que as reservas surgissem como quitadas, com apenas um centavo efetivamente cobrado.
- Os quartos custavam até mil euros por noite e o suspeito ficou quatro noites em um hotel de luxo em Madri, totalizando quatro mil euros.
- A polícia afirmou que houve prejuízos superiores a vinte mil euros devido às transações irregulars.
- A investigação começou após um site de reservas denunciar atividade suspeita, e o caso é o primeiro desse tipo registrado na Espanha.
A Polícia Nacional da Espanha prendeu na quarta-feira, 18, um homem de 20 anos suspeito de burlar um sistema de reservas para pagar apenas um centavo de euro por hospedagens de luxo. O caso ocorreu em Madri, envolvendo um hotel de alto padrão onde o suspeito permanecia com uma reserva de quatro noites.
De acordo com as investigações, o atacante manipulou o sistema de pagamentos ao alterar o processo de validação da plataforma, de modo que as reservas aparecessem quitadas. O valor cobrado efetivamente foi de apenas um centavo, mesmo com quartos que chegavam a 1.000 euros por noite.
O atacante, nacionalidade espanhola, também consumia itens do frigobar durante as estadias e, em algumas ocasiões, deixava contas em aberto. No momento da prisão, ele estava hospedado no hotel de luxo e já tinha causado prejuízos superiores a 20 mil euros, conforme comunicado da polícia.
Detalhes do ataque
A investigação teve início após denúncia de atividade suspeita por uma empresa de reservas online no início deste mês. As transações pareciam concluídas, mas a irregularidade foi identificada dias depois, quando a plataforma de pagamento informou o valor realmente pago.
A prisão ocorreu quando a Polícia Nacional da Espanha localizou o suspeito no hotel de Madri, com a reserva já mencionada. As autoridades destacaram que este é o primeiro caso registrado desse tipo de crime cibernético no país, segundo a instituição.
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