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<li>O Ideb 2025 para redes estaduais passou a considerar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio articulada ao ensino médio, ampliando a representação das redes na avaliação.</li>
<li>Com esse recorte, os valores do Ideb variam de 3,6 a 5,1 entre as unidades da Federação, sendo o Paraná o maior (5,1) e o Distrito Federal o menor (3,6).</li>
<li>O objetivo é representar a diversidade de ofertas da educação básica, mantendo o Ideb tradicional (linguagens portuguesa e matemática via Saeb e fluxo escolar via Censo) como base.</li>
<li>Em seis UF houve diferença nas duas formas de calcular o Ideb (com/sem as matrículas da EPT articuladas ao ensino médio); nas demais, os valores foram iguais.</li>
<li>A Articulação da EPT ao ensino médio ocorre nas formas integrada (matrícula única) e concomitante (matrículas distintas), conforme a Lei de Diretrizes e Bases.</li>
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O Ideb 2025 passou a considerar, para as redes estaduais, as matrículas da educação profissional técnica de nível médio articulada ao ensino médio. O recorte amplia a representação das redes, incluindo diferentes formas de articulação entre formação geral e formação profissional.
O indicador continua a não medir a qualidade específica da EPT. Mantém o desempenho em língua portuguesa e matemática, além dos dados de fluxo escolar do Censo Escolar. O novo recorte não avalia competências técnicas.
Resultados por UF
As redes estaduais com o novo recorte tiveram Ideb 2025 variando de 3,6 a 5,1. O maior valor foi do Paraná (5,1), seguido por Goiás (5,0) e Espírito Santo e Piauí (4,9). Os menores ficaram com Distrito Federal (3,6) e Amazonas, Amapá, Rio de Janeiro e Roraima (3,7).
Destaques por estado
Entre os estados com melhores posições, o Paraná liderou, seguido por Goiás e Espírito Santo. O Ceará e o Rio Grande do Sul ficaram em 4,7, enquanto Minas Gerais e São Paulo chegaram a 4,5. Nas faixas intermediárias, destacaram-se Pará (4,4) e Mato Grosso (4,3).
Comparação com outra base de matrículas
Em seis UF, o Ideb sofreu ajustes ao comparar o conjunto ampliado com o anterior. SP passou de 4,3 para 4,5; Ceará de 4,5 para 4,7; Goiás de 4,9 para 5,0; Paraíba de 4,1 para 4,2; Pernambuco de 4,7 para 4,8; RN de 3,9 para 4,0. Demais estados mantiveram o mesmo patamar.
Forma de articulação e leitura dos dados
A lei permite duas formas de articulação: integrada e concomitante. A integração ocorre com matrícula única, já a concomitante envolve matrículas separadas. A leitura dos dados evidencia maior representatividade das redes, sem atribuir a EPT a responsabilidade pelas variações do Ideb.
Contexto do Ideb
Criado em 2007, o Ideb combina desempenho em Saeb com taxas de aprovação do Censo Escolar. O Saeb, instituído em 1990, é a base das avaliações externas que subsidiam o índice. A divulgação desta atualização ocorreu em agosto de 2026 pelo MEC e Inep.
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