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Maior São João do Cerrado retorna a Ceilândia em 2026

Festival retorna a Ceilândia em 2026, com programação distribuída por quatro polos, fortalecendo a permanência do São João na região

Com quase duas décadas de existência, o festival acumula mais de 4 milhões de visitantes e cerca de 1.700 horas de programação cultural ao longo de 19 edições - (crédito: Foto: Divulgação/O Maior São João do Cerrado)
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  • O Maior São João do Cerrado volta a Ceilândia em 2026, com a edição prevista para agosto.
  • A governadora Celina Leão (PP) e a criadora Edilane Oliveira anunciaram o retorno definitivo à cidade, berço do festival.
  • Nesta edição, a celebração será distribuída por quatro polos: praça da estação Ceilândia Centro do metrô, Casa do Cantador, Praça do Trabalhador e Praça da Bíblia.
  • Em 2025, o festival ocorreu na Esplanada dos Ministérios, solução provisória devido à falta de um espaço estruturado em Ceilândia.
  • O evento, com quase duas décadas de existência, já recebeu mais de quatro milhões de visitantes e gerou cerca de 1.500 empregos diretos em 2024, além de cinco mil indiretos.

O Maior São João do Cerrado anunciou seu retorno a Ceilândia para 2026, após ficar fora da cidade no último ano. O anúncio ocorreu na terça-feira (9/6), com participação da governadora do Distrito Federal, Celina Leão, e da criadora Edilane Oliveira. A edição de 2026 ocorrerá em Ceilândia, berço do festival, que tem forte tradição nordestina no DF.

No ano passado, a ausência de um espaço adequado levou à transferência temporária para a Esplanada dos Ministérios. Edilane Oliveira ressaltou que essa solução foi provisória e que Ceilândia continua sendo a casa do festival, junto aos atores locais e ao público da região.

Nova dinâmica

A edição de 2026 terá a festa distribuída por quatro polos: praça da estação Ceilândia Centro, a Casa do Cantador, a Praça do Trabalhador e a Praça da Bíblia. A organização entende que o formato ampliará a diversidade cultural e consolidará a permanência do evento na cidade.

Para a idealizadora, o modelo dos polos oferece uma dinâmica diferente e reforça a ligação histórica com Ceilândia, fortalecendo a participação do público local e de artistas do DF. O festival soma quase duas décadas de existência, com mais de 4 milhões de visitantes.

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