- Um meteor entrou na atmosfera por volta das nove da manhã e provocou um estrondo que foi sentido desde o norte de Ohio até Pittsburgh, Pensilvânia, e região de Nova York.
- Vídeos do Escritório do NWS em Cleveland e do NWS em Pittsburgh mostraram o meteorito cruzando o céu, com relatos de moradores sobre barulho semelhante a trovões.
- Até o momento, não há relatos de detritos encontrados; autoridades citam a possibilidade de alguns fragmentos menores terem queimado na atmosfera.
- A Nasa confirmou o meteorito, que, segundo análise, era um asteroide de cerca de 6 pés de diâmetro e peso próximo a sete toneladas, movendo-se a cerca de 45 mil milhas por hora antes de se fragmentar sobre Valley City.
- Fragmentos teriam seguido para o sul, gerando meteoritos na região do condado de Medina, em Ohio.
Um meteorito sobre Ohio provocou um forte estrondo que foi ouvido até a Pensilvânia na manhã de terça-feira, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS) e relatos locais. O fenômeno ocorreu por volta das 9h, horário local, na região norte de Ohio.
O NWS de Cleveland indicou, com base em dados de satélite, que o estrondo teve origem em um meteorito. Paralelamente, o escritório de Pittsburgh registrou e divulgou um vídeo do meteoro cruzando o céu.
Não houve relatos de detritos até o momento. Um meteorologista do NWS afirmou que podem existir fragmentos pequenos, mas grande parte pode ter queimado na atmosfera.
Dados da missão e alcance
A Nasa confirmou a existência do meteoro na manhã de terça. Segundo análise, a fireball teve origem em um pequeno asteroide com cerca de 6 pés de diâmetro, pesando aproximadamente 7 toneladas, e moveu-se para sudeste a 45 mil mph antes de se fragmentar sobre Valley City, Ohio.
Os fragmentos seguintes seguiram para o sul, com meteoritos potencialmente encontrados na região do condado Medina, Ohio. Meteoros são comuns quando meteoróides entram na atmosfera a altas velocidades e queimam durante a trajetória.
Contexto adicional
Estudos indicam que cerca de 17 mil meteoritos atingem a Terra anualmente. A NASA ressalta que rochas espaciais menores que um campo de futebol costumam se desintegrar na atmosfera, com raras exceções de explosão aérea.
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