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Nova geração de revendedores em Los Angeles traça novos caminhos

Galerias de Los Angeles, mais ágeis, seguem com parcerias locais e experimentação após fechamentos, destacando a fusão Hoffman Donahue

City of angels, city of art: fairgoers gather in front of S.O.S. (2026) by the Los Angeles-based artist Greta Waller, at the stand of local gallery Fernberger Carlin Stiehl
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  • Frieze Los Angeles revelou um panorama mais complexo: novas galerias de menor porte apostam em vínculos locais, experimentação e abordagens diferentes da economia de arte tradicional.
  • O mercado de Los Angeles passou por fechamento de players importantes na costa oeste, mas dealers ressaltam resiliência e ajustes estratégicos entre as galerias locais.
  • A economia regional mostrou crescimento de dois vírgula dois por cento em dois mil e vinte e cinco, segundo a Los Angeles Economic Development Corporation, mesmo com impactos anteriores de incêndios e tensões comerciais.
  • A fusão entre Hoffman e Donahue criou uma plataforma costa a costa, buscando negócios mais sustentáveis e maior presença no Frieze Los Angeles.
  • Galerias como Sea View e Fernberger Carlin Stiehl destacam mudanças de espaço e programas mais arriscados, com público comprador ativo e obras de valor entre sete mil e vinte mil dólares.

A expressão de renovação acompanha as galerias de Los Angeles durante o Frieze Los Angeles. A temporada trouxe sinais de recuperação, mesmo com o fechamento recente de espaços de peso na cidade. O foco recai sobre uma nova geração de dealers e colecionadores locais.

A cidade encara impactos econômicos ligados ao setor de entretenimento, que ainda responde por parte do PIB regional. Mesmo assim, o mercado de arte mostra resiliência, com galerias experimentando formatos e parcerias para manter a circulação de obras.

O que ocorre agora envolve fusões e estratégias de presença contínua em feiras de maior expressão. Em 2025, uma série de fechamentos de outposts na Costa Oeste foi registrada, mas o ecossistema artístico de LA se reorganiza com foco na relação próxima entre espaços e público local.

Adept galleries adapt

Hannah Hoffman criou uma parceria com Bridget Donahue, formando uma operação que atravessa a costa. A dupla aparece pela primeira vez no Frieze desde a fusão, sinalizando uma estratégia de sustentabilidade maior para o negócio.

A proximidade com colecionadores jovens, com atuação institucional e em conselhos de museus, é destacada por Hoffman. Eles desenvolvem acervos com identidade própria e valores colaborativos para o mercado local.

Emma Fernberger, que chegou a Los Angeles há dois anos, apresenta Greta Waller em seu estande na Focus. A obra da artista mistura paisagens urbanas com composições oníricas de gelo, atraindo interesse de colecionadores.

Fernberger afirma que 2025 foi um período de grande adaptabilidade para as galerias locais, com artistas acompanhando o impulso de experimentação. A gallery owner ressalta que a paixão pelo que mostra sustenta a atividade.

Novo desafio, novas possibilidades

Sara Lee Hantman leva a Sea View ao Frieze pela primeira vez, apresentando Zenobia Lee. O stand registrou venda de obras no preview VIP, com faixas de preço entre 7 mil e 20 mil dólares.

Hantman destaca que há uma geração de dealers disposta a estruturas diferentes e a modelos que antes não eram amplamente aceitos. A busca por experimentação se tornou mais presente no mercado de LA.

A readequação envolve mudanças logísticas, como a realocação de espaços para facilitar o fluxo de visitantes. A Sea View, por exemplo, mudou de uma casa modernista East LA para um espaço em Hollywood, próximo a galerias consolidadas.

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