- A residência Native Neon será realizada no Lite Brite Neon Studio, em Kingston, upstate de Nova York, fruto de uma parceria entre o Lite Brite Neon Studio e a Walker Youngbird Foundation.
- A artista Sarah Rowe, membro enrolled da Ponca Tribe of Nebraska e de ascendência Lakota, é a residente inaugural, com 50 mil dólares, 10 mil dólares de stipend e aproximadamente uma semana de residência.
- Rowe pretende criar um ambiente imersivo que utilize neon como meio de marcação, explorando a temática do heyoka, figura de trapaceiro na tradição Lakota.
- O programa tem início em setembro e há planos de exibir a obra final em espaço interno ou externo na região.
- A colaboração entre as organizações foi desenvolvida ao longo de anos, com orientação de Marie Watt, e visa democratizar o neon para artistas indígenas.
O Lite Brite Neon Studio, em Kingston, Nova York, inaugura a Native Neon, residência para artistas indígenas, em parceria com a Walker Youngbird Foundation. A primeira edição traz a artista Sarah Rowe, com Bolsa de 50 mil dólares, mais 10 mil de stipend e uma residência de cerca de uma semana, iniciando em setembro.
Rowe, artista multidisciplinar e membro registrado da Ponca Tribe of Nebraska, com descendência Lakota, trabalha com desenho, pintura e instalações que enfatizam luz e escala. A residência deve permitir a criação de um ambiente imersivo que integra neon.
A iniciativa busca ampliar o acesso de artistas indígenas à técnica de neon, material caro e tecnicamente exigente. A parceria surgiu de ações anteriores entre as instituições, incluindo a produção de obras neonadas para exposições de artistas indígenas.
Sobre as organizações e a motivação
A Lite Brite Neon Studio mudou suas operações para upstate em 2017, com o objetivo de democratizar o neon. A Walker Youngbird Foundation atua para ampliar oportunidades e representação de artistas indígenas em espaços de cultura.
A fundação e o estúdio destacam que há barreiras de entrada na fabricação de neon e que o programa visa desmistificar o processo. A meta é incluir mais artistas indígenas em carreiras na área.
Planos para o desdobramento
O trabalho de Rowe deve seguir o tema do heyoka, figura de truque na tradição Lakota, com uso de cor para desafiar percepções. A ideia é criar um espaço liminar que represente o reino do trickster.
A residência começa em setembro e há planos de exibir a obra final, em espaço interno ou externo na região, após o desenvolvimento do projeto. A iniciativa pretende ampliar o diálogo entre arte, técnica e comunidades indígenas.
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