- Exposição com quase trezentas obras de Alexander Calder na Fondation Louis Vuitton, em Paris, que mostra a evolução dos mobiles e a prática do artista; curadoria fica por conta de Dieter Buchhart e Anna Karina Hofbauer.
- Títulos indicados de referência: Calder: The Conquest of Time (2017) e Calder: The Conquest of Space (2020), de Jed Perl, considerados recursos definitivos sobre o artista.
- Calder: An Autobiography with Pictures (1977) oferece visão mais íntima da vida de Calder, com fotos de família, cartazes e obras.
- Calder/Miró (2004), editado por Elizabeth Hutton Turner e Oliver Wick, explora o diálogo criativo entre Calder e Joan Miró, destacando espaço na arte.
- Calder: Performing Sculpture (2015), catálogo de exposição com ensaios sobre movimento e teatralidade na obra de Calder, incluindo esboços, obras em arame e cenas de filme; Sandy’s Circus: A Story About Alexander Calder (2008), de Tanya Lee Stone e Boris Kulikov, apresenta Calder de forma acessível a leitores jovens.
Alexander Calder aparece em destaque em Paris com uma exposição que reúne quase 300 obras no Fondation Louis Vuitton. A mostra traça a evolução das mobiles do artista e contempla a prática artística como um todo.
Os curadores convidados são Dieter Buchhart e Anna Karina Hofbauer. Eles selecionaram também um conjunto de leituras para entender a vida e a obra de Calder, além das obras em exibição.
A mostra acontece em meio a uma retrospectiva que traça o percurso do escultor desde as primeiras criações até as experiências com dança, espaço e narrativa teatral. O conjunto pretende oferecer uma visão integrada do legado de Calder.
Obras selecionadas para leitura
Calder: The Conquest of Time (2017) e Calder: The Conquest of Space (2020), de Jed Perl, aparecem como referência definitiva para entender a trajetória do artista, com base em arquivos e entrevistas.
Calder: An Autobiography with Pictures (1977) reconstitui a vida de Calder com fotos de família, cartas e pôsteres, oferecendo uma visão íntima do homem por trás das obras.
Calder/Miró (2004), editado por Elizabeth Hutton Turner e Oliver Wick, explora a amizade artística entre Calder e Joan Miró, destacando estratégias criativas compartilhadas.
Alexander Calder: Performing Sculpture (2015) traz ensaios sobre o movimento e a teatralidade na prática de Calder, com imagens de fios, filmagens e esboços.
Sandy’s Circus: A Story About Alexander Calder (2008), de Tanya Lee Stone e Boris Kulikov, apresenta a curiosidade juvenil do artista e a ideia do circo móvel que ele criou.
A exposição fica aberta até 16 de agosto em Paris, com a curadoria buscando conectar Calder à Modernidade, ao tempo e ao espaço.
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