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História seletiva da imagem em movimento chega ao centro de Los Angeles

Exposição da Fundação Julia Stoschek em Variety Arts Theater, em Los Angeles, reúne mais de quarenta obras de cinema histórico a instalações de arte em tempo real

A still from Lu Yang’s 50-minute video DOKU: The Flow (2024), one of the artist’s works in which they create hybrid experiential realms that blur physical and virtual realities
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  • A Julia Stoschek Foundation, de Alemanha, realiza sua primeira grande exposição nos Estados Unidos no Variety Arts Theater, em downtown Los Angeles.
  • São mais de quarenta obras de cinema experimental e vídeoarte, desde os primórdios do cinema até criações contemporâneas, em monitores e projeções pela casa.
  • A curadoria fica a cargo de Udo Kittelmann, que prefere se apresentar como “editor” do que como curador.
  • A mostra fica em cartaz até 20 de março, com entrada gratuita e necessidade de reserva.
  • Entre as peças, estão obras históricas de Alice Guy-Blaché, Georges Méliès e Max Skladanowsky, além de trabalhos recentes de artistas como Doug Aitken, Arthur Jafa e Lu Yang.

A Julia Stoschek Foundation, de Alemanha, traz pela primeira vez aos EUA uma grande exposição de obras baseadas no tempo. A mostra ocupa o Variety Arts Theater, no centro de Los Angeles, e reúne mais de 40 trabalhos em monitores e projeções.

O curador é Udo Kittelmann, que prefere se ver como editor das obras. O conjunto abrange desde o início da história do cinema até a produção contemporânea, com peças de artistas como Alice Guy-Blaché, Georges Méliès, Doug Aitken e Arthur Jafa.

A mostra ficou intitulada a partir de uma canção de Louis Armstrong de 1967, escolhida para marcar o contexto histórico da seleção. Los Angeles foi escolhida pela importância histórica da cidade para as imagens em movimento.

Obras em exibição

O espaço principal exibe uma multidão enevoada em Oh, the humanity (2015) de Jon Rafman. A curadoria destaca a ideia de espelho dos tempos atuais, refletindo o presente da mídia.

No mezanino, duas obras chamam atenção já do público no nível do piso: Ana Mendieta retrata fogo simbólico em Anima, Silueta de Cohetes (Firework Piece) (1976); Nina Simone canta Sinnerman a partir de imagens de arquivo.

Outras peças destacam o humor e a crítica, com registros de Steamboat Bill, Jr. (1928) de Buster Keaton e Hammering Out (an old argument) (1998-2003) de Monica Bonvicini, que mostra um martelo abrindo uma parede de tijolos.

A exposição ainda traz trabalhos históricos, como The Skeleton Dance (1929) de Walt Disney, e Steamboat Bill, Jr. (1895) de Max Skladanowsky, que mostra boxe entre homem e kanguru. Há também The Consequences of Feminism (1906) de Guy-Blaché.

Visitação e informações

A mostra permanece aberta até 20 de março. A entrada é gratuita, com recomendação de reserva de horários. A curadoria combina obras históricas, arquivísticas e contemporâneas, exibidas com foco em tempo e experiência imersiva.

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