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Clube de artistas da classe trabalhadora expande de Londres para Manchester

Club para profissionais de arte de classes trabalhadoras amplia atuação de Londres a Manchester, buscando reduzir barreiras e ampliar redes no Norte da Inglaterra

Working Arts Club hosts regular events for members to meet and network
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  • O Working Arts Club, de Londres, vai expandir para o norte da Inglaterra, com lançamento em Manchester no dia 24 de março.
  • A organização sem fins lucrativos busca apoiar profissionais de menor faixa socioeconômica no cenário artístico e já registra quase 1.200 pessoas.
  • Os eventos incluem encontros sociais, visitas a galerias e painéis; a palestra com Kate Bryan esgotou em menos de quatro minutos.
  • Kirsty Jukes, da Manchester Art Gallery, vai liderar o desenvolvimento no Norte da Inglaterra; ela se formou em História da Arte com bolsa de baixa renda.
  • Após Manchester, há previsão de encontro em Liverpool em abril e a expansão da programação pelos sete condados da região, com mais ações online.

O Working Arts Club, organização independente sediada em Londres que apoia profissionais da arte de origens socioeconômicas mais baixas, anuncia a expansão para o norte da Inglaterra. A nova unidade será lançada em Manchester no dia 24 de março, com programação regional e online a seguir.

O grupo já registra quase 1.200 pessoas do mundo da arte desde o lançamento em meados de 2024. Os encontros promovem atividades de networking, visitas a galerias, palestras e debates, com grande aceitação entre os membros. A próxima palestra com a diretora de arte da Soho House teve alta procura.

A fundadora Meg Molloy afirma que a necessidade do projeto se impõe além de Londres, por tratar de problemas sistêmicos de classe no setor. A iniciativa planeja ampliar atividades presenciais em Liverpool em abril e ampliar a oferta online para membros remotos.

Expansão para o Norte

Kirsty Jukes, responsável de comunicação da Manchester Art Gallery, conduzirá o desenvolvimento regional. Residente no Merseyside, Jukes descreve trajetória de superação de dificuldades financeiras para ingressar no meio artístico, reforçando o objetivo de ampliar acesso e referências compartilhadas.

O plano é manter o crescimento contínuo após a estreia em Manchester, com atividades em sete condados da região. A organização já vislumbra um calendário que combine encontros presenciais e formatos digitais para conectar integrantes, independentemente da localização.

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