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Cinco artistas anunciados para o pavilhão da Índia na Bienal de Veneza

Índia retorna à Bienal de Veneza após sete anos, com pavilhão no Arsenale reunindo cinco artistas que usam materiais orgânicos tradicionais para evocar o lar

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Some of the artists and the curator representing India at the Venice Biennale. From left: Alwar Balasubramaniam (Bala), Asim Waqif, Skarma Sonam Tashi, Ranjani Shettar and Amin Jaffer © Joe Habben
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  • Cinco artistas foram selecionados para o pavilhão da Índia na Bienal de Veneza deste ano, em Arsenale, de 9 de maio a 22 de novembro.
  • O pavilhão, curado por Amin Jaffer, intitula-se Geographies of Distance: Remembering Home e aposta no uso de materiais orgânicos tradicionais da Índia.
  • Os artistas são Alwar Balasubramaniam (Bala), Sumakshi Singh, Ranjani Shettar, Asim Waqif e Skarma Sonam Tashi; cada um traz uma leitura da ideia de lar por meio de materiais locais.
  • Bala trabalha com natureza; Singh produz instalações com linha bordada; Waqif foca em sustentabilidade; Tashi usa materiais reciclados; Shettar aborda urbanização rápida e suas consequências sociais e ecológicas.
  • O projeto é apoiado pelo ministério da cultura da Índia, pelo Nita Mukesh Ambani Cultural Centre e pela Serendipity Arts Foundation.

A Índia retorna à Bienal de Veneza após sete anos com pavilhão no Arsenale. A mostra ocorre entre 9 de maio e 22 de novembro, sob a curadoria de Amin Jaffer. O título é Geographies of Distance: Remembering Home, que evoca o elo com a casa pela mobilidade global.

Quatro artistas integram a representação indiana: Alwar Balasubramaniam (Bala), Sumakshi Singh, Ranjani Shettar, Asim Waqif e Skarma Sonam Tashi. Todos trabalham com materiais orgânicos tradicionais da Índia, conectando-se ao conceito de casa.

O projeto aponta que, apesar das trajetórias distintas, há unidade no uso de materiais orgânicos tradicionais na criação e apresentação das obras. Jaffer descreve a proposta como expressão do lar como condição móvel diante de mudanças

Balasubramaniam, radicado no Tamil Nadu, mantém relação profunda com o mundo natural. Singh, de Nova Délhi, produz instalações a partir de fios bordados. Waqif, formado em arquitetura, aborda questões de sustentabilidade. Tashi utiliza materiais reciclados para evidenciar a fragilidade ambiental.

A relação entre a prática dos artistas e o tema da mostra é destacada pela curadoria, com foco em como a distância molda percepções de pertencimento. A curadoria também ressalta a conexão entre regiões diversas e o uso de ingredientes culturais da Índia.

Apoio institucional e calendário

A participação indiana recebe apoio do Ministério da Cultura, além de duas instituições culturais de destaque: o Nita Mukesh Ambani Cultural Centre e a Serendipity Arts Foundation. Essas entidades apoiam a produção e a apresentação das obras no pavilhão.

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