- A 61ª edição da Venice Biennale abrirá em 9 de maio de 2026, com a mostra principal seguindo o plano curatorial da falecida Koyo Kouoh.
- Diversos países já anunciaram seus pavilões nacionais e artistas, incluindo Austrália, França, Alemanha, Itália, Japão, Índia, Irlanda, México, Reino Unido e Suíça.
- Exemplos de artistas anunciados: Austrália — Khaled Sabsabi; França — Yto Barrada; Alemanha — Henrike Naumann e Sung Tieu; Itália — Chiara Camoni; Japão — Ei Arakawa-Nash.
- Os pavilhões ocuparão espaços como Giardini e Arsenale, além de outros locais em Veneza.
- A programação vai de 9 de maio a 22 de novembro de 2026.
A 61ª edição da Bienal de Veneza, maior evento internacional de arte, terá abertura em 9 de maio de 2026. A mostra principal seguirá a visão do curador falecido Koyo Kouoh, enquanto países de todo o mundo anunciam os representantes de seus pavilões nacionais. A cobertura reúne os artistas e organizadores já confirmados até o momento.
Ao todo, já foram divulgados nomes de artistas para pavilões em Giardini, Arsenale e outras unidades de Veneza. Entre os confirmados, destacam-se o australiano Khaled Sabsabi, na representação da Austrália, e a francesa Yto Barrada, para a França. Países da região e além também anunciaram equipes artísticas e curadorias.
Pavilhões confirmados até o momento
A Austrália chama Khaled Sabsabi, representado pela Creative Australia. O pavilhão fica no Giardini, com Michael Dagostino entre os organizadores. A lista completa pode ser verificada nos canais oficiais, sem incluir detalhes adicionais neste momento.
A França, com Yto Barrada, terá apoio institucional do Institut Français e dos ministérios de Cultura e Europa e Relações Exteriores. O pavilhão fica no Giardini, segundo informações divulgadas pela instituição francesa. Barrada já foi anunciada como representante oficial.
O Brasil participa com Rosana Paulino e Adriana Varejão. O projeto é organizado por Diane Lima, com apoio da Fundação Bienal de São Paulo, do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Cultura, e acontece no Giardini. A equipe busca situar a produção brasileira no contexto internacional.
Outros países também anunciaram seus representantes, como o Canadá com Abbas Akhavan no Giardini, a Irlanda com Isabel Nolan no Arsenale, e o Japão com Ei Arakawa-Nash no Giardini. A lista completa continua em construção, com pavilhões em diversos espaços ao redor de Veneza.
O Reino Unido confirmou Lubaina Himid para representar a Grã-Bretanha no Giardini, conforme divulgação do British Council. A Grécia apresenta Andreas Angelidakis no Giardini, enquanto a Finlândia traz Jenna Sutela, pela Frame Contemporary Art Finland, também no Giardini.
O espaço de Timor-Leste, com Veronica Pereira Maia e outros, figura entre os representantes do continente, atuando no Arsenale. Países europeus, asiáticos, africanos e americanos aparecem na programação, com equipes organizadoras variando conforme cada instituição.
A lista de artistas e organizadores apresenta ainda nomes como Reino Unido, EUA com Alma Allen, México com RojoNegro, México e Argentina com diversas equipes, além de pavilhões de Portugal, Espanha, Suíça e muitos outros. A programação completa deve permanecer sujeita a alterações até a abertura.
As informações sobre as seleções, datas de divulgação e locais de exibição são confirmadas pelos organizadores de cada pavilhão e pelas instituições nacionais vinculadas à Bienal. Fontes oficiais destacam a continuidade do planejamento curatorial em torno da visão de Kouoh, mesmo após seu falecimento.
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