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Aiza Ahmed: encontro formas de explorar a humanidade

Aiza Ahmed mostra obras da residência em Doha na Art Basel Qatar, explorando identidade, fronteiras e a teatralidade do Wagah-Attari pela lente da diáspora

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
At Art Basel Qatar, Aiza Ahmed is showing works created during her residency at Fire Station
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  • Aiza Ahmed, 28 anos, é uma das mais jovens artistas com apresentação solo na primeira edição da Art Basel Qatar, apresentando pinturas e esculturas em woodcut.
  • Ela trabalha com a galeria Nova York Sargent’s Daughters e participa de residências em Doha (Fire Station Intensive Study Program) e em Nova York (Silver Art Projects).
  • O foco de seu trabalho é identidade, nacionalismo e a relação com a própria herança, explorando a cerimônia Wagah-Attari na fronteira entre Paquistão e Índia.
  • Ahmed aborda a teatralidade da cerimônia como meio de questionar gênero, poder e as narrativas nacionais, com humor como recurso crítico.
  • Os trabalhos produzidos na residência em Doha serão apresentados na Art Basel Qatar, incluindo reflexões sobre personagens secundários em cerimônias estatais, como músicos.

Aiza Ahmed, artista interdisciplinar nascida no Paquistão, apresenta obras novas em Art Basel Qatar, na estreia da mostra. A jovem de 28 anos mostra pinturas e esculturas em madeira em parceria com a galeria Sargent’s Daughters, com base em Nova York. O evento ocorre em Doha, durante a primeira edição global da feira no Qatar.

A artista divide o tempo entre residências em Doha e Nova York, participando do Fire Station’s Arts Intensive Study Program e do Silver Art Projects. Ahmed investiga identidade, nacionalismo e herança, formulando perguntas sobre pertencimento e a relação com o Paquistão, de onde partiu ainda criança.

O foco de sua pesquisa é a teatralidade da cerimônia Wagah-Attari, na fronteira entre Paquistão e Índia. Ela utiliza esse cenário para explorar gênero, poder e a construção de identidades, buscando ampliar o entendimento sobre como o corpo participa de ritos coletivos.

Processo criativo e materiais

Ahmed trabalha com madeira e muselina, materiais tradicionais de artesanato da região, que carregam referências de sua ascendência paterna. A escolha enfatiza a fragmentação de raízes e a ideia de fronteira como ponto de tensão visual.

Durante a residência em Doha, a artista descreve a experiência como instrumental para ampliar o diálogo com curadores e artistas locais e internacionais. As obras apresentadas em Art Basel Qatar integram a investigação sobre personagens secundários em cerimônias estatais, como músicos que sustentam o espetáculo.

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