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Diretor artístico do Malba deixa o cargo após um ano no posto

Após um ano, diretor artístico de Malba deixa o cargo; museu cria posição de chefe executivo para sustentar expansão após a aquisição da Coleção Daros

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Rodrigo Moura
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  • Rodrigo Moura deixará o cargo de diretor artístico do Malba após apenas um ano na função, próximo mês.
  • A saída ocorre semanas após a aquisição da Daros Latinamerica Collection, com mais de 1.200 obras, dobrando o acervo da instituição.
  • A incorporação da coleção levou a mudanças de prioridades institucionais e à criação de uma nova posição de chief executive (diretor executivo) para gestão operacional e planejamento estratégico.
  • O Malba não anunciou um substituto para Moura; a direção artística será reorganizada em torno de uma equipe curatorial expandida.
  • O presidente e fundador do museu, Eduardo Costantini, afirma que a reestruturação acompanha o crescimento institucional e o planejamento para a celebração dos 25 anos, com expansão física e nova área de armazenamento de coleções.

Rodrigo Moura deixará o cargo de diretor artístico do Malba após um ano no posto. O anúncio ocorre em meio aos planos de expansão do museu, que completará 25 anos.

A saída acontece poucos dias após a aquisição da Daros Latinamerica Collection, com mais de 1.200 obras. O conjunto ampliou significativamente o acervo e acelerou mudanças institucionais.

Segundo o Malba, a incorporação da coleção gerou novas prioridades institucionais e abriu caminho para uma etapa de crescimento. Será criada a posição de chief executive para gerenciar operações e planejamento estratégico.

Novo modelo de governança

A direção artística não terá substituto direto imediato, com o núcleo curatorial se reconfigurando em torno de uma equipe ampliada.

O fundador do museu, Eduardo F. Costantini, destacou, em nota, o reconhecimento ao trabalho de Moura e a intenção de manter o vínculo com o Malba durante os próximos passos.

Costantini explicou que a integração da Daros reforça o alcance contemporâneo do acervo e exige uma estrutura executiva capaz de sustentar o novo ritmo de crescimento.

A instituição pressiona para ampliar a capacidade de visitação e abrir um novo depósito de coleções, fases que, segundo Costantini, exigem governança mais robusta.

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