- O Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, em Washington, reabre o jardim de esculturas neste outono com oito acervos novos em quase 1,4 acres na National Mall, nos Estados Unidos.
- Os artistas incluem Mark Grotjahn, Raven Halfmoon, Lauren Halsey, Izumi Kato, Liz Larner, Woody De Othello, Chatchai Puipia e Pedro Reyes.
- Destas obras, Raven Halfmoon apresenta Dancing at Dusk (2024), Chatchai Puipia mostra Wish You Were Here (2008), Woody De Othello exibe Cool Composition (2026) e Lauren Halsey apresenta Keepers of the Krown (Antoinette Grace Halsey) (2024).
- A reforma, orçada em 68 milhões de dólares e financiada por recursos públicos e privados, inclui entrada mais larga, novos caminhos, acessibilidade e uma passagem subterrânea que liga o jardim ao pátio do museu.
- A reabertura está marcada para outubro de 2026; a diretora Melissa Chiu afirma que a coleção passa a combinar modernidade e contemporaneidade, ampliando a experiência dos visitantes.
O Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, do Smithsonian, em Washington DC, irá reabrir seu jardim de esculturas neste outono com oito novas aquisições. O conjunto ocupará 1,4 acre e ficará no National Mall.
As obras incluem peças de Mark Grotjahn, Raven Halfmoon, Lauren Halsey, Izumi Kato, Liz Larner, Woody De Othello, Chatchai Puipia e Pedro Reyes. O conjunto busca ampliar o diálogo entre modernismo e arte contemporânea.
Entre as aquisições, Raven Halfmoon apresenta Dancing at Dusk (2024), em travertino com figuras empilhadas. Chatchai Puipia envia Wish You Were Here (2008), bronze que retrata a metade inferior de uma figura deitada.
Woody De Othello assina Cool Composition (2026), uma caixa de ventilador com pintura verde, instalada no mirante leste para oferecer sombra aos visitantes. Lauren Halsey traz Keepers of the Krown (Antoinette Grace Halsey) (2024), uma coluna conectando histórias antigas a uma memória familiar.
The eight works chegam para compor a renovação do jardim que antes era marcado pela visão de Gordon Bunshaft, criada em 1974. A nova curadoria busca ampliar a presença de obras relevantes do acervo.
O projeto de revitalização envolve reconfiguração de acessos, vias e vistas. A entrada terá largura ampliada e passagens reformuladas para facilitar circulação. Também haverá ligação subterrânea entre jardim e praça do museu.
Melissa Chiu, diretora do Hirshhorn, aponta que a reabertura cria um espaço de encontro entre arte moderna e contemporânea. A gestão lembra que a obra de Sugimoto amplia o palimpsesto da coleção.
O custo total da renovação é de cerca de 68 milhões de dólares, financiado com apoio público e privado. A obra enfrentou oposição de preservacionistas durante sua história, em especial sobre o restauro do design original de Bunshaft.
A previsão oficial é que o jardim reabra em outubro de 2026. A expectativa é que o Hirshhorn passe a atrair mais visitantes e se torne um dos espaços de arte mais visitados do país.
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