- Arqueólogos encontraram uma ossada na Igreja de São Pedro e São Paulo, em Maastricht, potencialmente de d’Artagnan, no local onde antes ficava o altar após o colapso de piso em fevereiro.
- O achado sugere alto status, com uma moeda francesa encontrada ao lado do esqueleto e indícios de ferimento de mosquete na região do tórax, compatíveis com a morte do mosqueteiro.
- A teoria envolve que d’Artagnan morreu defendendo Maastricht em 1673 e pode ter sido sepultado lá, já que não houve transporte imediato à França.
- O esqueleto foi removido para um instituto arqueológico em Deventer; em 13 de março foi coletada uma amostra de DNA e enviada a Munique para comparação com um descendente da família de Batz.
- Resultados dos testes devem sair nas próximas semanas; o arqueólogo Wim Dijkman disse estar cautelosamente otimista.
Um esqueleto encontrado na Igreja de São Pedro e São Paulo, em Maastricht, pode pertencer a Charles de Batz de Castelmore d’Artagnan, o mosqueteiro que inspirou Os Três Mosqueteiros. A descoberta ocorreu durante reparos no piso do templo, após um colapso parcial em fevereiro.
A ossada foi localizada perto da antiga posição do altar, o que, segundo especialistas, sugere status elevado do eventual enterrado. Arqueólogos identificaram ainda uma moeda francesa ao lado do sepulcro e sinais compatíveis com um projétil de mosquete no tórax.
D’Artagnan morreu em Maastricht durante o cerco de 1673, e permanece o mistério sobre a localização de seus restos. A hipótese de sepultamento na cidade holandesa não é nova, e registros apontam a possível morte no local, sem transporte posterior.
O esqueleto foi removido para o instituto arqueológico em Deventer, no leste da Holanda. Em 13 de março, uma amostra de DNA, extraída principalmente de dentes, foi enviada para Munique para comparação com um descendente francês da linhagem paterna, próximo de Avignon. Resultados devem sair nas próximas semanas.
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