- Remanescentes da escuna Lawrence N. McKenzie, do século XIX, foram parcialmente expostos na Island Beach State Park, em New Jersey.
- O navio, com 98ft de comprimento, afundou em 21 de março de 1890 a caminho de Puerto Rico para Nova York; oito tripulantes sobreviveram e a carga de laranjas foi destruída.
- A região é conhecida como o “cemitério do Atlântico” de New Jersey, devido à repetição de naufrágios causados por marés, bancos de areia e tempestades.
- A identificação dos restos ocorreu com apoio do Shipwreck Database do New Jersey Maritime Museum; nem sempre é possível confirmar com precisão o navio exato.
- Autoridades alertam visitantes para não perturbar os restos, que são protegidos por lei estadual; o NJDEP não pretende removê-los.
O que aconteceu: restos do brigantino do século XIX, a schooner Lawrence N. McKenzie, voltaram a emergir em Island Beach State Park, em New Jersey, devido à erosão costeira e a tempestades. A embarcação, com 98 pés de comprimento, afundou em 21 de março de 1890 enquanto seguia de Porto Rico para Nova York. Os oito tripulantes sobreviveram, e a carga de laranjas foi perdida.
O que envolve: a área é conhecida como o “cemitério do Atlântico” pela frequência de naufrágios e recifes que complicam a navegação. O local abrigou o início de unidades da Lifesaving Service dos EUA, nos anos 1840 e 1850, diante das condições perigosas daPaisagem litorânea e de bancos de areia imprevisíveis.
Como foi identificado: as conchas de madeira e metal foram reconhecidas com a ajuda do Shipwreck Database do New Jersey Maritime Museum, que registra milhares de embarcações perdidas desde 1701. A identificação exata nem sempre é definitiva, já que muitos navios eram de construção semelhante.
Contexto regional
Island Beach State Park representa um dos últimos remanescentes de um ecossistema de ilha barreira. O litoral de New Jersey está em constante transformação, com mares e tempestades que podem expor artefatos de navios.
Situação atual e proteção
Autoridades alertam visitantes para não perturbar os restos, que recebem proteção por leis estaduais e por uma proibição de saque arqueológico. O corpo técnico da NJDEP afirma que não pretende mexer nos vestígios, enquanto especialistas ressaltam que manter um inventário atualizado do que reaparece é essencial.
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