- A polícia do Rio de Janeiro prendeu oito suspeitos, incluindo dois menores, pela agressão brutal a uma capivara gravada por câmeras de segurança no bairro Ilha do Governador.
- Os atacantes foram identificados por imagens de CCTV e presos ainda no sábado, segundo a Secretaria de Segurança.
- A capivara, macho de 65 kg, foi encaminhada ao Centro de Atendimento à Fauna (CRAS) da Universidade Estácio, na região sudoeste da cidade.
- O veterinário Jeferson Pires informou que o animal apresentava traumatismo craniano, inchaço com sangramento ao redor do olho esquerdo e múltiplas lesões nas costas, e está recebendo tratamento.
- A polícia classificou o episódio como crime brutal, ressaltando que a capivara não oferecia ameaça.
Oito pessoas foram presas em Rio de Janeiro após agredirem brutalmente uma capivara, o maior roedor do mundo. A prisão ocorreu depois de imagens de câmeras de segurança mostrarem os ataques, na madrugada de sábado, no bairro Ilha do Governador.
De acordo com a polícia, a ação ocorreu diante da visão de moradores, e houve identificação dos suspeitos por meio das cenas gravadas. Dois dos detidos são menores de idade, segundo o decreto policial.
A capivara, fêmea não, na verdade um macho de 65 kg, foi encaminhada ao Centro de Atendimento à Fauna (CRAS) da Estácio, na região sudoeste da cidade. O veterinário Jeferson Pires descreveu lesões graves, com traumatismo craniano e sangramento ao redor do olho, além de ferimentos na região dorsal.
O crime é tratado pela polícia como ato de crueldade contra um animal que não representava ameaça. O caso aguarda andamento de investigações para apontar motivação e responsabilização dos envolvidos.
Prisões e estado da vítima
As autoridades confirmaram que as oito pessoas foram capturadas com base no material das câmeras de vigilância. A capivara permanece sob avaliação médica no CRAS, onde recebe tratamento para as lesões sofridas. A situação inspira preocupação sobre proteção de animais na cidade.
A polícia reforça que novas informações devem ser apresentadas à imprensa conforme houver evolução nas apurações. A instituição não divulgou detalhes de possíveis medidas adicionais contra os suspeitos.
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