- Oito gorilas foram realocados do Clifton para o novo recinto no Bristol Zoo Project.
- O Bristol Zoo Gardens deixou de receber público em dois mil e vinte e dois, devido a pressões financeiras causadas pela pandemia e pela queda de visitantes.
- O novo habitat, chamado African Forest, ficará quatro vezes maior que a área anterior e deverá abrigar outras espécies ameaçadas, além dos gorilas.
- O zoo diz que invasões provocaram distúrbios nos gorilas por conta de alarmes acionados, gerando preocupações com o bem‑estar dos animais; o espaço terá áreas de aprendizado para visitantes e estudantes.
- O terreno do antigo Clifton já está previsto para uso imobiliário com sessenta e seis casas, café, playground e centro de conservação, após decisão judicial que confirmou o andamento do projeto.
A colônia de oito gorilas foi relocada de seu antigo habitat para a nova cerca no Bristol Zoo Project. A mudança acompanha o fechamento gradual do Bristol Zoo Gardens, em Clifton, em 2022, iniciado por questões financeiras provocadas pela pandemia e pela queda no número de visitantes.
Os gorilas permaneceram no sítio fechado, sob cuidado dos tratadores, até a conclusão do novo enclosure chamado African Forest. O espaço maior visa abrigar gorilas-do-veste ocidental, espécie criticamente em risco, além de outras animais africanos.
Novo habitat e objetivos
O Museu do Bristol Zoo Project descreve o Africa Forest como uma área quatro vezes maior que a antiga, com clima e vegetação que simulam a floresta equatorial. Ao lado, haverá espaços de aprendizagem para visitantes e estudantes.
Outras espécies previstas para o novo espaço incluem mangabós-de-coroa-cereja e papagaios-grama africanos, além de peixes de água doce da África Ocidental. A instalação busca oferecer condições mais próximas ao habitat natural.
Contexto da mudança e desdobramentos
O Bristol Zoological Society confirmou a decisão de encerrar o Clifton Garden em 2022, citando pressão financeira. A área deve ser redefeatada para moradias, com 196 novas casa, além de café, parque infantil e polo de conservação.
Uma revisão judicial, aberta pela Save Bristol Zoo Gardens Alliance, contestou a aprovação da prefeitura, alegando ilegalidade. A High Court rejeitou o recurso em dezembro, permitindo a continuidade do empreendimento.
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