- Desde 2022, a Comissão Semeadoras do Agro, criada pela Faesp e presidida por Juliana Farah, atua no interior paulista para fortalecer o protagonismo feminino no agronegócio.
- A iniciativa combina acesso a crédito, assistência técnica, redes de apoio e capacitação empreendedora, transformando conhecimento tradicional em negócios sustentáveis.
- O empoderamento feminino busca diversificar a economia regional e ampliar investimentos em educação, saúde e alimentação nas famílias rurais.
- Organizações internacionais, como a ONU, validam a igualdade de gênero como variável estratégica para o desenvolvimento sustentável.
- O programa Semear é Cuidar promove exames preventivos, prevenção de cânceres e saúde mental em áreas com acesso limitado a serviços médicos.
A Comissão Semeadoras do Agro, criada pela Faesp, atua desde 2022 no interior de São Paulo com foco no protagonismo feminino no agronegócio. A líder é Juliana Farah, que dirige a iniciativa em parceria com produtores e instituições locais. O objetivo é transformar o papel da mulher no campo, historicamente pouco visível, em força motriz de desenvolvimento.
O programa integra acesso a crédito, assistência técnica, redes de apoio e capacitação empreendedora. Na prática, transforma saber tradicional em negócios sustentáveis, ampliando a economia de regiões com mercado restrito. Os resultados chegam às famílias, com mais investimento em educação, saúde e alimentação.
Esses pilares encontram sustentação em diretrizes da ONU, que aponta igualdade de gênero como vetor de desenvolvimento sustentável. No campo, a lógica se traduz em comunidades mais resilientes e maior participação feminina na tomada de decisões locais.
Saúde e bem-estar no campo
A iniciativa Semear é Cuidar leva exames preventivos e orientação sobre câncer de mama, colo do útero e pele. Também oferece suporte à saúde mental, conectando atendimento a áreas com acesso limitado a serviços especializados.
As Semeadoras dialogam diretamente com a produtora rural, defendendo que o empoderamento feminino é estratégico para a modernização cultural e econômica do agronegócio paulista. O trabalho visa tornar o setor mais diversificado e preparado para o futuro.
Neste contexto, o movimento busca fortalecer redes de apoio e ampliar a participação feminina em lideranças locais, mantendo o foco em resultados locais e impactos de curto e médio prazos. As ações são apresentadas como parte de uma estratégia de desenvolvimento regional.
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