- No dia 29 de dezembro de 2024, acidente da Jeju Air deixou 179 mortos entre 181 ocupantes.
- Relatório preliminar apontou bird strikes em ambos os motores; ainda há dúvidas sobre falhas de segurança, o design da pista no aeroporto de Muan e as ações dos pilotos.
- A divulgação do relatório completo foi adiada, gerando questionamentos de familiares e sobre a credibilidade das investigações.
- O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, pediu desculpas às famílias e disse que vão existir mudanças reais e ações efetivas para esclarecer o que ocorreu.
- O Parlamento discute reformas no conselho de investigação de acidentes aeronáuticos para aumentar independência e competência; famílias participarão de uma homenagem no aeroporto de Muan.
O presidente sul-coreano Lee Jae Myung pediu desculpas às famílias das 179 pessoas que morreram no acidente da Jeju Air em 29 de dezembro de 2024. Ele enfatizou que há a obrigação de revelar a verdade por trás do ocorrido e que mudanças reais são necessárias, não promessas vagas.
O acidente ocorreu em Muan, no aeroporto internacional de Muan, após uma aterrissagem que acabou em acidente e incêndio. O relatório preliminar apontou choques de aves em ambos os motores, mas ainda há dúvidas sobre falhas de segurança, o projeto da pista e as ações dos pilotos nos minutos finais da volta de aproximação.
As famílias aguardam respostas e participarão de uma homenagem no aeroporto de Muan nesta segunda-feira, aniversário do fato. O governo continua a discutir reformas para tornar a investigação mais independente e com maior expertise, buscando maior credibilidade aos resultados.
Ato do presidente e homenagem
Parlamentares discutem mudanças significativas na estrutura do órgão de investigação de acidentes aeronáuticos para assegurar independência e qualificação. A data marcando o aniversário compõe o contorno da apuração em curso e do debate público sobre accountability.
Reformas institucionais em estudo
A revisão do Conselho de Investigação de Acidentes Aeronáuticos é tema central de novas propostas. Entre os objetivos estão maior autonomia, transparência e padrões técnicos mais rigorosos para concluídas futuras investigações. O tema segue em tramitação no Legislativo.
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