- O juiz Adolfo Carretero decidiu manter o andamento do caso e citou Íñigo Errejón paraComparecer na terça-feira, 17 de fevereiro, às 10h, para lhe notificar o auto de abertura de juízo oral.
- A convocação ocorre após Elisa Mouliaá retificar seu depoimento anterior e manter a acusação contra o ex-deputado.
- A atriz havia comunicado ao tribunal, no dia 4 de fevereiro, que desistia da acusação particular por motivos pessoais e de saúde.
- Seis dias depois, Mouliaá voltou atrás e afirmou que manteria a acusação de abuso sexual contra Errejón.
O juiz Adolfo Carretero decidiu reativar o processo contra o ex-deputado Íñigo Errejón, que será levado a julgamento por suspeita de abuso sexual contra a atriz Elisa Mouliaá. Ele convocou Errejón para comparecer na terça-feira, 17 de fevereiro, às 10h, em Madrid, para receber pessoalmente a notificação de abertura do julgamento oral. A medida ocorre após Mouliaá retificar a decisão de abandonar a acusação.
No dia 4 de fevereiro, Mouliaá informou ao juiz que desistia da acusação particular que move contra Errejón. A atriz explicou que o pedido de retirada havia sido motivado por razões pessoais e de saúde, e que não havia ocorrido retratação sobre os fatos denunciados. O tribunal, porém, manteve o caso em curso, com o objetivo de apurar as acusações.
Seis dias depois, Mouliaá mudou de posição e afirmou que manteria a acusação contra o ex-parlamentar. A autora declarou publicamente que seguirá até o fim no processo. Com a retificação, o juízo deu andamento ao procedimento, incluindo a convocação de Errejón para a audiência de notificação do juízo oral.
Desenvolvimento do caso
A audiência marcada para o dia 17 de fevereiro definirá os próximos passos do processo. O julgamento oral deverá estabelecer se há suficiente base para levar Errejón a julgamento pelas alegações apresentadas por Mouliaá. A defesa ainda não apresentou nota oficial sobre a decisão.
Fontes próximas ao caso lembram que o resultado depende das provas reunidas e do que será apresentado durante a fase de instrução. A investigação permanece sob sigilo processual, com prazos e datas a serem confirmados pelo tribunal de Madrid. As informações oficiais são divulgadas pelas vias judiciais.
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